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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Filtrar!



           O que realmente é importante para você?
        Como você percebe seus sonhos? O que lhe faz mais sentido? Seus desejos são os mesmos que há um mês atrás? E se olhar para anos atrás, você se reconheceria dentro dos seus desejos?
        Sonhar e planejar a vida para que ela dê certo é, sempre sombra de dúvidas, daqueles exercícios maravilhosos de imaginação (e de sensações) que o (a) transportam para uma realidade muito mais divertida.
         Nem sempre, no entanto, é possível classificar de imediato quais os sonhos, pelo “o que” seu coração palpita. Afirmo que o excesso de informações é um dos motivos pelos quais os sonhos são esquecidos. Há muitos caminhos para serem seguidos. E, às vezes, nessa grande possibilidade de caminhos a se trilhar para atingir seus sonhos, alguns deles se perdem, outros simplesmente deixam de fazer sentido.
        Por isso, é importante filtrar! E quando digo filtrar, falo de estabelecer um caminho como meta, um jeito (o seu jeitão da madeira) de atingir os objetivos e que demanda muito mais que planejamento: falo de ouvir a intuição. Sabe aquela voz interior que fala consigo vez ou outra, como quem diz “é melhor não seguir esse caminho” ou “cuidado com o que vai falar”. Pois, é! Ela não existe apenas naqueles momentos em que se está em perigo. Ela está a todo momento dentro de você. E, acredite! Você é a melhor pessoa que vai dizer qual caminho seguir para fazer o que deseja.
        E como você irá se ouvir se está repleta de outras informações na cabeça? E, principalmente: como irá se ouvir se está pensando apenas em problemas? Essa comunicação introspectiva é o que chamo de filtrar. É se permitir se observar, como quem assiste um filme. Entender a si mesmo é um grande mistério e, com certeza (e como disse no post anterior, haverá muita gente dizendo o que você deve ser) irá se surpreender com as possibilidades que enxerga em si.
        Que tal, então, permitir ouvir sua voz interior? Se não gosta da palavra “intuição” porque acha muito holístico, chame do que quiser. Mas, você sabe que aí dentro, há uma possibilidade muito grande de ser feliz (se já não é).
        Então, lhe pergunto, novamente: o que realmente é importante para você? Comunique-se e reflita.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Você não "tem que ser" nada!



            Penso que o século XXI já é daquelas Eras em que se pode pensar que as escolhas que se faz vão gerar o resultado de quem você é. Demorou-se séculos para o homem aceitar que pode haver igualdade em qualquer nível. Seja nos gêneros (em vez de cada um ficar defendendo seu lado), seja na cor da pele, que não é um determinante para nada, bem como seu estado civil, que não é garantia de uma vida feliz.
        Escolha é ter liberdade, é se permitir ser feliz com o que é, com aquilo que se constrói por meio de suas escolhas, e não o resultado “do que a vida traçou para você”, como se fosse uma vítima da vida. 
        Por isso, nunca antes na história da humanidade, apontar para o outro dizendo o que ele(a) deve fazer de sua vida é daquelas bobagens sem precedentes. Isso porque cada um pode (e arrisco a dizer que talvez até deva) prestar mais atenção e si e não nos outros. A referência para a felicidade é interna e não externa. E, de certa forma, esse pensamento lhe desobriga a “ter que ser” o que os outros desejam.
        Você deve ser rico, "famoso", ter seguidores nas redes sociais, ter feito curso de chefe de cozinha, senão será um ninguém. Bem, é uma escolha pensar isso também. Ou você pode pegar suas escolhas e entender que o caminho que traçou até aqui pode ser uma jornada muito bonita e que sua coletânea de “fracassos” tenham sido oportunidades para chegar onde se chegou. Você construiu sua história, talvez repleto de dúvidas e até de sofrimento, mas essa história é sua. E é sua, também, a competência de administrar o que os outros desejam que você seja.
        Penso cada vez mais que existe um risco muito grande  ao falar o que os outros devam ser ou apontar o dedo dizendo o que os outros deveriam fazer para uma vida mais feliz. Essas são suas experiências e talvez não caibam na experiência dos outros. Isso não quer dizer que não se deva conversar com as pessoas sobre suas dúvidas. Mas, é importante valorizar o que seu coração diz. 
         E ouvir o coração pode ser daqueles momentos maravilhosos em que olha para si com alguma dúvida, mas também felicidades. Porque quando se permite ser quem se é, você não tem que ser nada.            

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Daquilo que não é dito

     


      Gosto de dizer que a comunicação ocorre muitas vezes naquele momento em que nada dizemos. Você já deve ter reparado que tem horas em que o silêncio diz mais do que muitas palavras. E não falo daquele silêncio avassalador ou constrangedor, que inibe a pessoa com quem deseja “não” falar.
        Falo do silêncio representado por outras pequenas e grandes ações que falam por nós. Um olhar carinhoso e complacente de uma amiga é, às vezes, muito melhor do que muitas palavras que poderiam ser ditas. Assim como um abraço acolhedor pode significar muito mais do que coisas ditas. Existe uma beleza no não dito porque precisamos usar um pouco da intuição para entender as coisas que os outros não nos falam. A beleza está justamente em observar e, em alguns momentos, ter certeza do que o outro disse, sem ter dito uma única palavra.
        Um olhar, sem sombra de dúvida, diz muito. É possível ver (e sentir) a fúria no olhar de outra pessoa. A vergonha que salta dos olhos de alguém que nos fez algo de errado. Bem como a tristeza de alguém que não nos perdoa.
        Mas, também há outros pequenos atos que dizem muito até mesmo quando não queremos simplesmente falar. Uma respiração profunda quando estamos cansados, um afastamento corporal quando queremos nos defender, um levantar de sobrancelhas quando buscamos uma explicação ou nos sentimos contrariados.
        E ainda tem mais: uma amiga que deixa seu tablet (ou livro se preferir) aberto apontando num capítulo específico reforçando seu argumento, bem como aquela música cantarolada por uma colega de trabalho. Os detalhes nos dizem muitas coisas.
        A diferença está no “como” olhamos para os detalhes. Estamos atentos a eles? Estamos prontos para captar a comunicação no todo? Afinal, é no silêncio que muitas coisas são ditas.


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