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domingo, 18 de setembro de 2016

Gotinhas generosas de amor




        Existem dias que são, de fato, puxados! E que se tem a sensação de que nada vai dar certo. É evidente que boa parte das pessoas está sob pressão e o estresse parece ter dominado vários âmbitos da vida. Você não vê gente estressada apenas no trabalho, mas também nos parques, nos shoppings e em quase qualquer lugar que se vá. E gente estressada, você sabe, não ajuda muito para que as coisas fiquem bem.
        Há um prisma a respeito da “vida estressada” que considero bastante interessante: e se simplesmente você olhasse para as coisas com mais tranquilidade? E se não desse bola para a grosseria da atendente no shopping? E se não levasse em conta a provocação do colega de trabalho? E se não entendesse os desleixo do outro não como uma “falta de atenção”, mas como alguém que não pode lhe dar atenção em determinado momento?
        Tornar as coisas mais fáceis não é um “fingimento” da vida real. Na verdade, é um mito achar que somente se é recompensado na vida quando passa por situações difíceis. A vida também tem muitas coisas legais, principalmente quando se olha para ela (e para as situações vividas) com mais amor.
        E não falo do amor piegas, daquela “sensação de apaixonite”, não é isso. Esse amor também é importante, mas  não falo do amor que se espera do outro e sim aquelas gotinhas de amor, do dia a dia, que se pode fornecer a quem quer que seja, independentemente da situação em que se vive. E amor são alegrias compartilhadas, rir das próprias besteiras (e talvez medos), abaixar a guarda para ouvir, ter empatia com quem não conhece. Amar é simplesmente encher o coração de coisas boas e permitir que elas saiam por sua boca.
        Eu tenho certeza de que muitos dos ruídos, das tristezas e até das dores existentes podem desaparecer quando se dá um peso diferente aos fatos e passa a olhá-los com amor. E não importa se você tem algumas gotinhas de amor para dar ou um oceano de coisas boas a fornecer.


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