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domingo, 8 de maio de 2016

A força das palavras...



        Existem coisas das quais eu não gosto e que me causam desconforto. Não gosto de notícias ruins, de falar de doenças, de gente que reclama, de briguinhas bestas. Não gosto de quem inveja (por qualquer motivo), não gosto de pessoas convenientes, não gosto de gente grosseira, de dias nublados, de humor depreciativo, nem de massas.
        Durante anos, lutei contra aquilo que não gostava (e sei, leitor(a) que você também tem uma lista das coisas que não gosta). E, então, entendi que foi uma imensa perda de tempo lutar contra qualquer coisa porque me exigiu uma grande força e tempo. E, mais, pelo menos para mim, quando luto contra algo (contra as pessoas que são maledicentes, por exemplo), acabo percebendo que dou muito mais importância aos fatos negativos do que a tudo de positivo que acontece. Que diferença faz se as pessoas são maledicentes? Elas vão deixar de ser porque simplesmente quero que elas deixem de falar mal? Não, né?
        Desde que comecei a estudar a força das palavras vi na prática o poder que elas realmente têm. Não, isso não é um papinho bobo. As palavras realmente têm uma força muito grande, por isso é preciso observar desde quando elas surgem em nossa cabeça como um pensamento até o momento em que a proferimos.

Aquilo que você afirma, você acredita:
        Diz um ditado de que uma mentira contada mais de mil vezes se torna uma verdade. A força do pensamento (materializada em palavra) é capaz de convencer qualquer pessoa de que algo é verdadeiro. Mas, acima de tudo, nós mesmos somos “vítimas” das palavras que usamos. Se você acreditar que está doente, amanhecerá assim.

Se você pensou, também sentiu:
        Não existe lugar mais confortável para as nossas palavras que o coração. Imagine-se numa ilha do Caribe tomando um sol quentinho na sua costas, observando o mar azul e sentindo o vento no seu rosto. Fácil, né? Seu corpo deve gostar de sentir esse estado de tranquilidade ao imaginar essa cena, Pois, é. Só que não pensamos apenas coisas legais. Ficamos tensos com o nosso dia-a-dia, achamos que as coisas podem piorar. Quanto mais desenvolvemos o estresse e a tensão, mais o organismo sofre. Então, já sabe, a tensão é um reflexo do que anda pensando.

Foque-se naquilo que gosta:
      Lutar contra algo porque não gosta é como alimentar o sentimento de revolta. Não gosta de notícias ruins? Não ligue a televisão. Não gosta de falar de doenças? Conviva com pessoas saudáveis. Esportistas adoram falar de saúde, por exemplo. Não gosta de gente grosseira? Cultive o amor o tempo todo, conviva com pessoas menos competitivas e mais amorosas, escolha amigos que possa guardar em seu coração. Não gosta de gente que reclama? Conviva com pessoas mais otimistas.

        Lutar não é um caminho “bom” para resolver conflitos ou situações. Então, minha sugestão é: pare de lutar! Simplesmente, fale para si das coisas que gosta e não das que você não gosta. E acredite, tudo o que você gosta pode se tornar realidade desde que você entenda a força das palavras. Que tal tentar?

p.s: não custa nada lembrar daquela frase do escritor Victor Hugo (que falei no texto anterior, rsssss - adoro essa frase, confesso - que: "as palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade."


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