Marcadores

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Tolerância

   

     Tolerância, essa é a palavra de ordem para esse momento. Numa Era em que a informação prevalece, a comunicação parece ser fácil, mas, na verdade, comunicamos pouca tolerância.
        Por isso, esse foi o tema que escolhi para encerrar os posts desse blog de 2015. Tolerância não significa postar mensagens de paz no Facebook. Ela está atrelada a comportamentos individuais expressos em palavras e que são oriundos dos sentimentos que carregamos.
        Já reparou que nem sempre somos tolerantes? Ou somos tolerantes com uns, mas não com outros? Será que somos tolerantes nas redes sociais? A tolerância não apenas comunica os sentimentos de nossos corações, mas expõe aquilo que não sabemos lidar direito. Preconceito, medos e até certa preguiça de conviver com os outros são fatores decisivos para nossa tolerância ou falta dela.
        Mas, por que a tolerância é tão importante? Bom, se você acha que está morando num mundo pacífico talvez esteja em Marte. Mais do que nunca o mundo pede paz. As pessoas saem para pedir paz nas ruas em protestos sem perceber que todos nós podemos promover a paz. Basta abrirmos nossos corações e demonstrarmos todo o amor que podemos ter aos outros, sem o receio de sermos piegas, bobos ou de sermos passados para trás.
        Existe muito amor dentro de nós. Sim, aquele que anda guardado em nossos corações, atrás daqueles nossos inimigos conhecidos como a vaidade e o medo (e muitos outros) e que nos impedem de simplesmente viver e tolerar. 
        E tolerar significa rever como nos sentimos e porque escolhemos tais sentimentos. Brinco que se vários tsunamis devastassem a Terra e tivéssemos a escolha de dizer umas últimas palavras, tenho certeza que muitos de nós aproveitaria esse momento para simplesmente dizer: eu lhe amo.
        E podemos trazer essa sensação para o presente toda vez que odiamos alguém. Você odeia mesmo? Você acha que NUNCA vai ficar em paz com essa pessoa ao seu lado? Então, tente a tolerância. Busque olhar diferente para as pessoas e as situações. Mas, antes busque ser tolerante consigo mesmo, entendo suas imperfeições, seus receios.
        É hora, mais do que nunca, de apostar no amor. Num amor que nem sempre percebemos que temos, mas que a urgência faz florescer em nós, olhando mais compassivamente a quem somos e respeitando aos outros.
        Gandhi estava certo: “não há caminho para a paz. A paz é o caminho.” E a tolerância é pista mais certeira para esse caminhar, com menos julgamentos, menos culpas atribuídas, com menos expectativas projetadas e com muito mais amor.
        Que possamos fazer um 2016 muito mais tolerante. Um grande abraço e até fevereiro!


p.s: torne sua comunicação um diferencial. Faça os cursos on-line da DNA Comunicativo. 




Tolerance

Tolerance, this is the order word for this moment. In a period that information prevails, communication seems to be easy, but, actually, we communicate few tolerance.
Therefore, this is the topic I chose to close the posts of 2015. Tolerance doesn’t mean to post peace messages on Facebook, It’s linked with individual behaviors expressed in words and they coming of feelings we have.
Have you ever note we aren’t tolerant all the time? Or we’re tolerant with some, but don’t with others? Are we tolerant on social medias? The tolerance doesn’t communicate just our feelings on our heart, but it exposes what we don’t know how to deal. Prejudice, fears and even a certain laziness of live with others are decisive factors for our tolerance or lack thereof.
        But, why tolerance is so important? Well, if you think you’re living in a peaceful world, maybe you’re living at Mars.More then never the world asks for peace. People go to streets to ask peace without realize that all of us can promote peace. Just open our hearts and demonstrate all the love we have for others, without the fear of being corny, silly or being taken advantage of.
        There is so much love inside us. Yes, that one that is stored in our hearts, behind those our enemies known as vanity and fear (and many others) and that prevent us from simply live and tolerate.
        And tolerate means reviewing how we feel and why we choose such feelings. I joke that if several tsunamis devastate Earth and we had the choice to say a few last words, I'm sure many of us would take advantage of that moment to just say: I love you.
        And we can bring that feeling to every time we hate someone. Do you really hate? Do you think that will NEVER be at peace with that person next to you? So try tolerance. Try to look different to people and situations. But rather seek to be tolerant with yourself, understand yours imperfections, accepting yourself.
        It's time, more than never, to bet on love. A love that we don’t always realize we have, but that urgency does flourish in us, looking more sympathetically to who we are and respect others.
        Gandhi was right: "there is no way to peace. Peace is the way. "And tolerance is the more accurate clue to this walk, with fewer judgements, less guilt attributed to lower expectations and with more love.

        I hope we can make 2016 much more tolerant. You and me together. A big hug and until February!


Translator:


Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


Bruna Gonçalves. 23 years old. Copywriter and digital marketing. Freelances in copywriting and translation. You can find me in Não Sei se é Fome ou Tédio’s blog or by e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com








0 comentários:

Postar um comentário