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Comunicação como ferramenta

Conheça os benefícios de uma comunicação mais eficiente.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Espalhe leveza

        Você está com raiva, ódio, bravo(a) ou irritada hoje?
        Calma, você pode administrar seu estresse. Comento justamente sobre o estresse essa semana, ou melhor, a administração dele, porque é pela comunicação que se verbaliza todas as emoções, dores, sensações que estão impregnadas em seu corpo. Sabe aquela sensação de peso que você anda carregando em forma de angústia, dúvida, medo?  Uma hora irá sair por sua boca.
        E o “peso” pode vir em forma de reclamação, como, por exemplo “nossa, está tão difícil.” Pode ser um desabafo como “mas que droga!”. Pode ser também uma ofensa a alguém, como “você não serve para nada”. E ainda, pode ser uma dor explodida numa enxurrada de palavras drásticas como “eu vou te matar, seu filho da p...”. Ou em forma de indiretas nas redes sociais. Enfim, as palavras pesadas estão aí, infelizmente em quase todos os lugares. Tenho certeza de que já foi “agraciado” com uma delas, pelo menos uma vez na sua vida.
        Então, a partir de hoje, convido o(a) leitor(a) a fazer um exercício que pode, de verdade, mudar a forma como se lida com o estresse. E se, de repente, percebesse que talvez esteja utilizando as palavras erradas para as emoções que esteja sentindo? Ou esteja “agravando” suas emoções por meio das palavras escolhidas?
        Para começar a trazer mais leveza para sua vida por meio das palavras o mais importante é criar um diagnóstico real (e não sensacionalista) do seu “estado de espírito”.  Se você está cansado(a) que tal dizer para si mesmo(a), que está precisando fazer escolhas sobre o que é prioridade para cumprir o que realmente é importante? Portanto, o “estou cansado(a)” pode ser substituído por “estou aprendendo a me priorizar melhor e a priorizar o que é relevante em minha agenda”.
        Bem como quando se está irritado e fica verbalizando indiretas, na verdade você pode estar se importando demais com as coisas. Em vez de “estou irritado(a)” que tal falar para si mesmo “estou aprendendo a me importar menos?”
        O exercício é sempre o de encontrar palavras que traduzam o que você precisa fazer para alcançar o estado “oposto” daquilo que está sentindo naquele momento. Mas, já adianto algumas palavrinhas que podem ajudar a tirar o peso das situações. Por exemplo:

- estou bravo(a), pode ser substituído por “fiquei fora do meu estado normal, mas estou voltando.”

- estou doente (ou com essa ou aquela doença) por “estou me curando.”

- estou indignado(a) com tal situação por “vou buscar me focar em alegrias em vez de lutas”.

- estou triste por “estou precisando de amparo nesse momento”.

- estou com ódio por “estou aprendendo a perdoar”.

        E, então, quando se fala sobre os problemas com mais leveza, a reação diante de algo que parecia tão ruim também é suavizada.

        Portanto, desejo que, hoje (e sempre) seus dias sejam tão leves que você possa espalhar leveza.






Spread lightness 

        Are you angry, mad ou pissed out today?

        Relax, you can manage your stress. I comment about stress in this week, better, its management because is by the communication we verbalize all emotions, pains, feelings that are impregnated into your body. Do you know that heavy feeling you’re carrying in the form of anguish, doubt, fear? Eventually, this will come out of your mouth.

        And this “weight” can come in form of complaint, like, for example “wow, is so hard”. When you need to get off something from your chest,like “dammit!”. Can be a offense to someone, like “you’re useless!”. And can be even an exploded pain in a flurry of drastic words like “I’ll kill you, son of a b***!”. Or in form of indirects in social media. So heavy words are overthere, unfortunately in almost everywhere. I’m sure you have been “blessed” already with one of those, at least once in your life.

        So, since today, I invite the reader to do an exercise that can change the way you deal with stress for real. And if suddenly, you realize that are using the wrong words for the emotions you are feeling? Or Are you “worsening” your feelings by the chosen words?

        To bring more lightness to your life by the words, the most important is to create a real diagnosis (and not sensationalized) of your “mind’s state”. If you are tired, what about tell to yourself that you need to do choices about what is priority to accomplish what is really important? Therefore, the “I’m tired” can be replace by “I’m learning to prioritize myself and to prioritize what is relevant in my agenda”.

        Like when you’re angry and are verbalizing indirects, indeed you maybe are caring too much with everything. Instead of “I’m angry”, what about say to yourself “I’m learning to care less”?

        The exercises is always to find words that translate what you need to do to reach the “opposite” state of what you’re feeling in that moment. But I antecipated some words that can help to take the situation’s weight off. For example:

- “I’m mad” can be replaced by “I’m out of my regular state, but I’m backing alread”.
- “I’m sick (or with that disease)” by “I’m healing myself”

- “I’m indignant with this situation” by “I’ll try to focus in happiness instead of fights”,

- “I’m sad” by “I need support in this moment”.

- “I’m hatred” by “I’m learning to forgive”.

        And then when we talk about problems with lightness, the reaction in front of somethint that looks like really bad is also softened.
        So, I wish that today (and always) your days can be light and you can spread lightness.

Translator:



Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


Bruna Gonçalves. 23 years old. Copywriter and digital marketing. Freelances in copywriting and translation. You can find me in Não Sei se é Fome ou Tédio’s blog or by e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Como atender bem com poucos funcionários



                Quando penso num exemplo de bom atendimento me vem à cabeça a imagem de Juliette Binoche no filme Chocolate, acenando para as pessoas na rua de atrás de uma vitrine tentadora de chocolates.
        No filme, a loja era considerada quase uma obscenidade porque o chocolate despertaria os instintos mais “calientes” do ser humano. Mas, quero que você se atente ao atendimento prestado pela personagem Vianne Rocher (interpretada pela atriz) no filme e que são lições valiosas em tempos de crise e de poucas contratações (ou nenhuma).
        Ela vai contra o sistema da cidade oferecendo um produto quase que proibido, é mal vista por ser mãe solteira e usar saltos coloridos (profano, rssss) e desafiada por não se deixar abater pelo mau humor e desconfiança de sua clientela. Resiliência é sua palavra de ordem!
        Como ela conquistou o público alvo, então? E é aí que Vianne Rocher nos dá uma aula de sabedoria. Primeiramente, ela fazia quase tudo sozinha, desde a produção dos chocolates até a venda. Acordava de madrugada para derreter o chocolate, misturar aos ingredientes secretos (e que eram a marca de seu chocolate) e mesmo depois de suar muito ao fogão, abria sua loja vestindo roupas coloridas, o que lhe conferiam certo humor. Que trabalho, não? Em tempos de crise econômica, Vianne mostra aquilo que as pessoas já sabem, mas que não custa nada relembrá-las nesse momento: trabalhar com firmeza e intenção de vencer ajuda a espantar o espírito do “será que vendo”?
        A personagem tinha que cuidar da produção dos chocolates, da limpeza da loja, da filha e ainda do olhar depreciador das moradoras da cidade. A firmeza de Vianne também estava em não se importar. Ela sabia que mais cedo ou mais tarde, aqueles que antes a olhavam com desconfiança iriam ceder (se não a ela, aos encantos do chocolate). E para isso, ela fazia algo que se chama empatia (isso que o filme se passa numa época onde a palavra empatia não era tão difundida). Uma das táticas de Vianne era tentar entender qual o chocolate era melhor para cada cliente. Então, ouvia profundamente seus clientes. E, com base em sua escuta profunda, oferecia a iguaria que mais ajudaria a resolver os problemas alheios, fossem eles solidão ou falta de ânimo.
        Lidar com várias pessoas ao mesmo tempo também era a expertise de Vianne. Ninguém ficava sem um bom atendimento. E para isso, ela olhava nos olhos de cada cliente, dava a ele(a) atenção devida, sempre sorrindo, e sem interromper o assunto com aquela pessoa que atendia era capaz de ouvir o que outra cliente desejava. E conversando com duas ou mais pessoas, ia disponibilizando os produtos sem “quebrar” a conversa. Ao trazer esse exemplo para a atualidade é possível fazer o mesmo até em lojas grandes, como se fosse uma grande conversa entre amigos. Se interromper a conversa for inevitável, basta olhar nos olhos do cliente e ser honesta(o) “estou fazendo mais de um atendimento, mas estou atenta(o) a você. Já volto.” Nada de ficar reclamando que o trabalho é difícil, que a loja/restaurante/clínica está cheia. Que deselegante!
        O lindo rostinho francês, de bochechas rosadas, também não era o suficiente para vender seus produtos. Ela tinha que comprovar que seus chocolates eram bons. Vianne sabia tudo sobre aquilo que oferecia. Esse diferencial fazia com que os clientes se sentissem seguros ao consumir o produto. E sua equipe sabe profundamente aquilo que está oferecendo? Talvez seja hora de treiná-los.
        E se você quiser mais dicas sobre como atender bem com poucos funcionários, pode chamar a DNA Comunicativo para uma consultoria personalizada para sua empresa/clínica/comércio. A consultoria também pode ser feita por Skype. Boas vendas! Contatos estão no site:


p.s: se você não viu o filme Chocolate, nunca é tarde. Não consegui encontrar o trailer em português, então, vai:





How to provide a good customer service with few employees

        When I thought in an good customer service’s example, comes to my mind the image of Juliette Binoche in the movie “Chocolate”, nodding to the people at streets trought a tempting windows’ shop of chocolates.

        In the movie, the store was considered almost a obscenity because the chocolate would wake up the more “caliente” instincts of an human being. But I want you look at the customer service provided by the character Vianne Rocher (interpreted by the actress) in the movie, there are valuable lessons in times of crisis and few contracts (or none).

        She goes against the city system offering a product almost forbidden, she’s frowned upon for being a single mother and use colored heels (profane, rssss) and challenged by not to be disheartened by the bad mood and mistrust of her clientele. Resilience is your slogan!

        How she conquered the target then? And that's where Vianne Rocher gives us a lesson of wisdom. First, she used to do almost everything by herself, from the chocolate’s production to the sales. She used to wake up at dawn to melt the chocolate, to mix it with secret ingredients (and that was her chocolate’s mark) and even after sweating a lot in the stove, she used to open her shop wearing colorful clothes, which gave her certain humor. That work, right? In times of economic crisis, Vianne shows what people already know, but it never hurts to remember now: work with firmness and trying to win helps ward off the spirit of "would I sell"?

        The character had to take care of the chocolate production, shop cleaning, daughter and still the detractor look of the city's residents. The Vianne firmness was also in not care. She knew that sooner or later, those who once looked at her with suspicion would give away (if not to her, to the chocolate delights). And for that, she used to do something called empathy (and the film takes place at a time when the word empathy wasn’t as widespread). One of Vianne tactics was try to understand which chocolate was the best for each client. So used to deeply hear her customers. And based on her deep listening, she offered the chocolate that would help more to solve the problems of people's hearts, being their loneliness or lack of courage.

        Deal with several people at the same time was also the expertise of Vianne. No one receive a bad service. And for that, she used to look into the eyes of each customer, give him due attention, always smiling, and, without interrupting the talk with the person who was serving, she was able to hear what the other client ordered. And talking with two or more people, she provided the products without "breaking" the conversation. By bringing this example for today you can do the same even in big stores, like a great conversation between friends. If to interrupt the conversation is unavoidable, just look in the customer's eyes and be honest "I'm doing more than one service, but I’m aware to you. I'll be back". Nothing to be complaining  the work is hard, the store / restaurant / clinic is full. That clumsy!

        The beautiful French face, rosy-cheeked, wasn’t enough to sell her products. She had to prove that her chocolates were good. Vianne knew all about what she was selling. That differential meant customers feel safe when consuming the product. And your team deeply know what are they offering? Maybe it's time to train them.

And if you want more tips about how to server well with few employees, you can call the DNA Comunicativo for individual consultation for your company / clinic / shop. The consultation can also be made via Skype. Good sales!

Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


Bruna Gonçalves. 23 years old. Copywriter and digital marketing. Freelances in copywriting and translation. You can find me in Não Sei se é Fome ou Tédio’s blog or by e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Olhos da desconfiança


                Lembro-me de um amigo muito querido (e de quem confio muito) ter me dito que a beleza está nos olhos de quem vê. Achei meio bobo o que disse, num primeiro momento. Parecia um argumento rápido para um elogio que eu havia feito a ele, como quem diz “que isso, bonita é você”.
        Depois de certa convivência ouvi a frase mais vezes e passei a adotá-la também como minha. Não porque achei de “efeito”, mas porque, de fato, faz todo sentido. Não, ele não estava se esquivando de aceitar um elogio. Apenas reforçando que a maneira como se olha para as pessoas é algo que está na mente de cada um.
        Num mundo imediatista onde as pessoas são pré-definidas (feia, bonita, alta, baixa, rica, pobre, bem sucedida ou fracassada), na velocidade em que postam suas fotos nas redes sociais, é incomum enxergar as pessoas pelo o que elas são em essência. A análise rápida é no mínimo superficial, para não dizer perigosa.
        É aí que a frase do meu amigo faz todo sentido: se alguém observa a bondade (ou beleza) no outro é porque existe esse sentimento dentro de si. E o mesmo vale para o oposto: se você enxerga a maldade, o ódio, o ressentimento no outro é porque você também reconhece esses sentimentos dentro de você. Basta escolher “como” você quer enxergar aquela pessoa. É comum também as pessoas dizerem que fulano é assim ou assado (quase sempre taxando como bom ou ruim), sem antes observar o quanto os sentimentos estão em seus olhos (ou melhor, em seu coração). Ninguém é somente bom ou ruim.
        É o que chamo de olhos da desconfiança, que é quando se faz um julgamento em relação a uma pessoa pautado em critérios pessoais (e até coletivos) sem dar a chance para a pessoa mostrar um outro lado. Não que se deva confiar cegamente nas pessoas e contar seus segredos a qualquer um. Não estou dizendo isso. Nem que você precise conviver com pessoas das quais desconfia, afinal confiança não nasce do dia para a noite.
Mas, é possível sim ter um olhar mais compassivo, amoroso e até conciliador com aqueles dos quais se desconfia. Basta você tentar enxergar tal pessoa de outra maneira, pautado no entendimento de que aquilo que enxerga no outro você reconhece também dentro de si.
        Um movimento que, no mínimo, pode gerar uma tolerância maior em relação aos outros, fazendo comunicar o melhor de si. Afinal, você já sabe: “a beleza está nos olhos de quem vê”. Você somente enxerga as falhas dos outros? E o que seu coração está querendo comunicar para você?

p.s: que tal aprimorar sua comunicação? Faça os cursos on-line da DNA Comunicativo.




Mistrust eyes

        I remember a dear friend (whom I trust a lot) that told me the beauty is in the eyes of whom see. I thought silly what he said at first. It looked like a quick argument to a compliment I’ve done to him, like whom says “oh no, beuty is you”.
        After some coexistence I heard the phrase more often and began to embrace it as well as my own. Not because I thought that had an “effect”, but because indeed it makes sense. No, he wasn't dodging of accept a compliment. Just reinforcing that the way we look at people is something that is in the mind of each one.
        In a immediatist world where people are predefined (ugly, beautiful, tall, short, rich, poor, sucessfull, looser), the speed they post their photos in social medias, it’s unusual to see people for what they are in essence. The quick analysis is at least superficial, to don’t say dangerous.
        At that moment my friend’s quote makes sense: if someone notes the kind in the other is because there is this feeling inside. And the same for the opposite: if you see the badness, the hate, the resentment in the other is because you recognize this feelings inside yourself too. Just choose “how” you want to see that person. Is usual to people say too that someone is like this or like that (often marking like good or bad), without note before how this feelings are in your eyes (better, in your heart). No one is just good or bad.
        This is what I call of mistrust eyes, when you make a judgement about someone based in your personal criteria (and even collective) without given the chance to that person to show another side. It’s not that you have to blindly trust and tell all your secrets to anyone. I’m not saying that. And neither you need to live together with people you don’t trust, after all trust doesn't come from day to night.
        But it’s possible to have more compassionate, lovely and even conciliatory eyes wich whom you mistrust. You just need try to see this person in another way based in what you recognize inside yourself.
        A movement that at least can generate more tolerance in relation to others, making communicate the best of yourself. After all, you already know that “the beauty is in the eyes of whom see”. Do you see just the failures from othes? What your heart is trying to communicate to you?

Translator:


Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Faça por você!



        Que a comunicação está em todos os momentos da sua vida, isso você já sabe! Repare um pouquinho, desde quando você se levanta até o momento em que vá dormir, está conversando com alguém. No trabalho, por exemplo, em algumas funções os profissionais passam até 90% do seu tempo dialogando.
        Até aí, tudo bem. Nenhuma novidade. Mas, você já reparou na maneira como as pessoas “tratam” sua comunicação? Qual é a dose de atenção que você confere a sua comunicação? Falo isso porque, volta e meia, aparece alguém pedindo aquela “mãozinha” para resolver seu problema de comunicação. Escuto atentamente o que a pessoa está falando (ou leio atentamente o e-mail de pedido de ajuda).
        Em alguns casos, percebo que alguns problemas de comunicação são, na verdade, dificuldade em ser assertivo. Mas, existem aqueles também que requisitam uma ajuda para resolver o problema de Oratória. Já tive casos da pessoa especificar que não quer treinar a sua imagem ou voz ou postura. Como melhorar sua Oratória, então?
        Diante de casos interessantes comecei a perceber que nem sempre as pessoas querem “trabalhar” sua comunicação, mas fazer com que alguém a resolva por si. Seja um problema de assertividade ou de Oratória, geralmente faço uma indicação de leitura ou sugiro exercícios para a pessoa fazer em casa (como se gravar palestrando, por exemplo). E, para minha surpresa, já recebi respostas como: “achei que você podia fazer algo por mim”.
        “Não, neste caso não posso. Você tem que fazer por você” - respondo. Isso porque a comunicação não é um trabalho que possa ser terceirizado. Claro que de vez em quando até eu tenho vontade de pedir pra minha mãe resolver umas dificuldades minhas, do tipo, apresentar banca em universidades. Mas, logo entendo que esse é um ponto da minha comunicação que eu preciso trabalhar mais.
        Portanto, ter consciência de que você possui dificuldades de comunicação é o primeiro passo para resolvê-las.
        O segundo é entender que por melhor que seja o curso que você faça (Oratória, Media Training, Apresentações Fantásticas, Comunicação Empresarial, Assertividade), o resultado depende de você e do quanto você treinar sua comunicação.
        O terceiro passo é entender que nem todo obstáculo de comunicação se resolve do dia para a noite. Você terá que treinar e treinar e treinar e se permitir errar e ter paciência.
        O quarto é se esforçar um pouquinho mais: leia a respeito do assunto, nutra-se de artigos interessantes, cursos bacanas e de profissionais com experiência.
         E o quinto é sempre acreditar na mudança. Já vi casos de pessoas muito tímidas que hoje são palestrantes ou pessoas que tinham muita dificuldade de dar opinião e que hoje são chefes. Mas, sabe qual o diferencial delas? Fácil! Elas não esperaram que fizessem por elas. Simplesmente, fizeram acontecer! 

p.s: quer melhorar sua comunicação? Faça os cursos da DNA Comunicativo:


Do for yourself
        That communication is in all your life moments, you know already. Note a little, since you wake up to the time you go to spleep, you are talking to someone. At work, for example, in some roles, professionals spend till 90% of their time dialoging.
        So far, it’s okay. No news. But, did you notice the way how people “deal” with their communication? What is the attention’s dose you give to your communication? I said that because, every now and then, someone ask me a little help to solve his communication problem. I carefully listen to what the person is saying (or carefully read the e­mail requesting help).
        In some cases, I realize that some communication problems are indeed difficulty to be assertive. But there are also those that requests help to some oratory issue. I had some cases that the person specify that doesn't want to practice his image, voice or posture. How will improve his oratory then?
        In front of interesting cases, I started to notice that not always people want to “work” their communication, but make someone solve for them. Being an assertive problem or oratory issue, generally I do a reading indication or suggest exercises to the person to do at home (like record himself lecturing, for example). And, to my surprise, I already receive answers like “I thought you could do something for me”.
        "No, in this case I can not. You have to do it for yourself "­ I say. This is because the communication isn’t a work that can be outsourced. Of course from time to time until I wish to ask my mom to solve some of my problems, like present examining board in universities. But as soon I understand that this is a point in my communication that I need to work harder.
        Therefore, be aware that you have communication difficulties is the first step to solving them.
        The second is to understand that no matter how good the course you do (Public Speaking, Media Training, Fantastic Presentations, Corporate Communications, Assertiveness), the result depends of you and how much you train your communication.
        The third step is to understand that not every communication obstacle is solved from day to night. You will need to train and train and train and allow yourself to make mistakes and be patient.
        The forth is to work a little more: read about the subject, nourish yourself of interesting articles, cool courses and renowned professionals.
        And the fifth is always believe in change. I've seen cases of very shy people who are now lecturers or people who had a hard time giving opinion and that today are leaders. But do you know what is their differential? Easy! They didn’t expect to someone do it for them. Simply made it happen!

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Cinco passos para resolver conflitos


        Ninguém gosta de entrar num conflito. Mesmo aqueles que têm uma inclinação para brigas uma hora se cansam do peso das discussões.
        Tenho uma teoria de que os conflitos só te tornam grandes discussões porque foram evitados ao máximo. Algumas pessoas vão deixando os problemas se acumularem até se tornarem uma bola de neve. Por isso, muitas coisas ditas em momentos de raiva nada mais são do que lembranças de algo ruim e nem sempre refletem a realidade da discussão vivenciada naquele instante.
        Conflito não é exatamente algo ruim. É uma pista de que a pessoa com quem você teve um conflito pensa diferente de você. E tudo bem isso acontecer porque, graças a Deus, ninguém é unanimidade. Nem mesmo grandes líderes foram como Jesus Cristo e, atualmente, o próprio Papa. Pessoas podem pensar diferente de você, então, os conflitos deveriam ser uma oportunidade de entender um ponto de vista diferente e que você pode acatar ou não. Mas, quantos realmente permitem que um ponto de vista seja diferente do seu numa conversa?
        Por isso, para entender que um conflito pode ser apenas a divergência de opinião (e todas as consequências de uma opinião divergente), é importante permitir que ele exista e que não precisa ser sempre uma briga. Não há regras para um “bom conflito” (rssss), mas alguns passos ajudam a resolvê-los sem tantos prejuízos:
      
1) Entender que se está num conflito é fundamental para evitar desgastes maiores. Em vez de verbalizar todos seus sentimentos despejando-os no outro, busque se acalmar e ser racional. Não digo que será fácil, mas é um caminho menos danoso.

2) Eu sei que repito isso muitas vezes, mas não custa nada relembrá-lo(a), caro(a) leitor(a): seu corpo vai dizer muito durante um conflito. Contrariedades, acusações fazem qualquer um reagir. Muito bem. É nesse momento em que você deve ter cuidado com seu corpo. Perceba-se! E busque uma postura para conversar que não pareça um confronto, mas a busca de uma solução.

3) O tom de voz também vai dar peso a sua conversa que já não está lá muito boa. Então, respire e busque manter o tom de voz firme, mas não ríspido.

4) Escute o que o outro tem a dizer, mesmo que pareça um absurdo. Na hora da raiva qualquer um pode exercer a crueldade. Não se afete. Busque no discurso do outro o que ele está tentando traduzir, mas não consegue encontrar em meio à raiva. Mostre a essa pessoa de que é possível moderar aquela situação com mais suavidade.

5)  Digo e reafirmo sempre: nada desarma mais as pessoas do que o amor. Se durante um conflito tudo piorar, apresente palavras de amor ao outro. Afinal, comunicar é falar com o coração. Coloque seu coração para falar.


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Five steps to solve conflicts

        Nobody likes to get into a conflict. Even those who have an inclination for fighting, sometimes gets tired from the weight of discussions.
        I have a theory that conflicts only become big discussions because they were avoided to the maximum. Some people will leave the problems accumulate until they become a snowball. That is why so many things said in anger moments are nothing more than bad memories of something and don’t always reflect the reality of discussion experienced at that moment.
        Conflict isn’t exactly a bad thing. It's a clue that the person with whom you had a conflict thinks differently from you. And okay this happens because, thanks God, no one is unanimous. Even great leaders were like Jesus Christ and, currently, the Pope himself. People may think differently from you, then the conflicts should be an opportunity to understand a different point of view and you can accept or not. But how many actually allow a point of view that is different in a conversation?
        Therefore, to understand that a conflict may be just the difference of opinion (and all the consequences of a separate opinion), it’s important to allow it to exist and that doesn’t need be always a fight. There are no rules for a "good conflict" (rssss), but some steps help to solve them without so much damage:

1) Understand that you are in a conflict is essential to avoid higher wear. Instead of verbalizing all your feelings pouring them on the other, seek to calm down and be rational. I'm not saying it will be easy, but it’s a less harmful way.

2) I know that I repeat this often, but it never hurts to remind, dear reader: your body will say a lot during a conflict. Setbacks, accusations, make anyone react. Very nice. That's when you should be careful with your body. Note yourself! And look for a position that doesn’t seem to be a confrontation, but the search for a solution.

3) The tone will also give weight to your conversation that isn’t so good already. So, breathe and seek to maintain the firm tone of voice, but not harsh.

4) Listen to what the other has to say, even if it seems nonsense. In the heat of anger anyone can exercise cruelty. Do not feel affected. Seek in the speech of other what he's trying to translate, but can not find in the midst of anger. Show to the person that it’s possible to moderate the situation more smoothly.


5) I say and always reaffirm: nothing disarms people more than love. If a conflict get worse, say some love words to each other. After all, communication is speak from the heart. Put your heart to speak.

Translator:
Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


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