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Comunicação como ferramenta

Conheça os benefícios de uma comunicação mais eficiente.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Perfeição, a que preço?

        Dias atrás, vi uma moça encostada na parede de um prédio comercial (bem chique, por sinal). Com uma maquiagem linda, bem arrumada, ela não conseguiu segurar as lágrimas.
        Então, me aproximei: “como posso lhe ajudar?”
        A moça contou que tinha muito medo de perder o trabalho porque não era igual a seus colegas. Achava que não tinha a mesma inteligência, não sabia propor projetos novos e que não era valorizada pela equipe. E aí, então, a moça complementou: “meu chefe é muito perfeccionista, ele não aceita erros.” Logo percebi que o ambiente que ela trabalha (se já não foi demitida) é muito competitivo.
        Falei algumas palavras para acalmar a mocinha, mas sei que ela nem prestou atenção. A sensação que ela me passou foi a de que “algo ruim iria acontecer” pelo medo de errar. Não preciso dizer que a “Era mais autoritária” dos chefes já passou e que as próprias corporações sentem o peso do estresse imposto a seus funcionários: rotatividade grande, brigas judiciais, clima organizacional tenso, uma penca de atestados médicos.
        Mas, a “perfeição no trabalho” ainda existe e é exigida em alguns (ou muitos, não sei quantificar) escritórios. Veja, não acho errado querer que os profissionais atinjam o seu melhor ou tenham um desempenho excelente ou ultrapassem uma meta. Quem não quer dar o melhor de si, apresentar seus talentos ao mundo? No entanto, a pergunta que faço é: a que preço?
        Verbalizar exigências achando que seu funcionário se tornará um profissional melhor pode, inclusive, surtir um efeito contrário. Pessoas ficam muito arredias e chateadas com críticas pesadas. Quem quer sair de casa para se sentir um “merda”? Desculpe-me a franqueza.
        Agora, já pensou como deve se sentir uma pessoa que é valorizada por aquilo que faz? Que recebe palavras de incentivo por seu desempenho? Que é corrigida com educação quando erra, mas também é incentivada a caminhar apesar do erro?
        As corporações não são feitas de metas. São feitas de pessoas. E elas vão querer fazer mais e mais daquilo que nelas pode ser um talento quando valorizadas. Elas vão despender mais energia para pensar no assunto, vão se sentir vibrantes com suas tarefas. Por isso, quando se quer a perfeição de seus trabalhadores é preciso pensar no “como” fazer isso.
        Lembre-se a perfeição nada mais é do que uma ação repetida mil vezes. Se não der a chance das pessoas errarem, como chegarão à perfeição?


p.s: existirão aqueles que vão dizer que o funcionário que não cumpre uma meta traz prejuízos. Com certeza. Mas, um trabalhador que tem “medo” ou se sente desmotivado traz tantos prejuízos financeiros quanto àquele que não cumpre a meta.




Translation:
Perfection, at what cost?

        Some days ago, I saw a lady leaning against the wall of an office building (very fancy one, by the way). With a pretty makeup, well dressed, she couldn’t hold back her tears.
        I got closer: “How can I help you?”.
        The lady told me she was afraid to lose her job because she wasn’t like her colleagues. She thought she wasn’t so smart, she didn’t know how to propose new projects and that she wasn’t valued by the team. And then, the lady added: “my boss is really perfectionist, he doesn’t accept mistakes”. Soon I realized that the environment where she works (if she wasn’t fired already) is very competitive.
        I said some words to calm her down, but she didn’t even pay atention. The feeling she gave me was that "something bad would happen" by the fear of making mistakes. Needless to say that "Authoritarian Bosses Era" has passed and the corporations feels the burden of stress imposed on its employees: high turnover, court fights, tense organizational climate, a bunch of medical certificates.
        But the “perfection at work” still exist and it’s demanded in a few (or many, I don’t know how to quantify) offices. Look, I don’t think it’s wrong to want that professionals reach their best or have an excellent performance or exceed a goal. Who does’n want to do your best and show the world your talents? However, the question I ask is: at what cost?
        Verbalize demands thinking that your employee will become a better professional can even provocate the opposite effect. People get very skittish and upset with heavy criticism. Who wants to live home to feel like a “shit”? Sorry my openness.
        Now, have you ever wondered how would feel a person who is valued by what he does? Who receives encouragement words for his performance? Who is corrected politely when wrong, but is also encouraged to walk despite the error?
        Corporations aren’t made by goals. They are made by people. And people will want to do more and more of what in them can be a talent when they are feeling valued. People will spend more energy to think, they will feel vibrant with their tasks. So, if someone wants the perfection from his workers, he needs to think about "how" to do it.
        Remember, perfection is nothing more than a thousand times repeated action. If you don’t give a chance for people to make mistakes, how will they reach perfection?

PS: There will be those who says an employee that doesn’t reach a goal brings losses. For sure. But an employee that is “afraid” or feels unmotivated brings as much losses as those who doesn’t reach the goal.


 Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com

Bruna Gonçalves. 23 years old. Copywriter and digital marketing. Freelances in copywriting and translation. You can find me in Não Sei se é Fome ou Tédio’s blog or by e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Os benefícios da objetividade

     


       Sabe quando você fala assim “aquela pessoa tem um papo comprido”. Pois, é. Papos compridos nem sempre combinam com o ritmo de vida do século XXI.
        Particularmente, acredito que é um “pecado” não se ter tempo para longos diálogos ou conversas de horas pela simples falta de tempo. Mas, é uma verdade também que a objetividade é uma “benção” quando não se tem tempo.
        Seria muito mais fácil se as pessoas fossem objetivas quando as situações exigissem objetividade. Por exemplo, tem horas que numa empresa ser objetivo é essencial para que o fluxo das decisões siga seu rumo. Bem como a objetividade poderia ajudar as reuniões a serem mais rápidas ou ainda resolver conflitos em situações que se arrastam por dias e até semanas (se não meses) no escritório.
        Mas, antes de sair por aí sendo mais objetivo na sua comunicação é preciso entender um pouco melhor a objetividade. Muitos têm receio de ser objetivo e ao mesmo tempo hostil. Objetividade não tem nada a ver com grosseria. Ser objetivo é identificar na sua fala o caminho mais fácil para dizer o que é preciso dizer, sem criar rodeios, floreios ou criar tensões ou ainda embaraços. Existem, claro, aquelas situações em que falar o que precisa nem sempre é tão fácil assim. Pedir aumento para seu chefe pode ser custoso num primeiro momento. Mas, se analisar os motivos pelos quais você merece um aumento, não seria lógico, portanto, fazer esse pedido (se você analisar que realmente o merece)? Então, por que ainda parece difícil fazê-lo?
        Porque a objetividade requer uma autoanálise sobre sua comunicação. Como você interage com as pessoas? Como “reage” diante do sim e do não? Como identifica quais são os seus pontos de dificuldade ao falar? Como se expressa em situações de conflito?       
        As pessoas que são objetivas também são assertivas, ainda que nunca tenham ouvido falar desse termo. Quando se faz questionamentos em torno da sua comunicação, automaticamente, está se colocando numa posição de investigação sobre si. E, desta análise, é possível se ter conclusões mais cooperativas com você e com as pessoas em seu meio, tornando sua fala objetiva, sem ser rude.
        Entre os benefícios da objetividade estão a clareza (cada vez maior) de ideias; a busca por tornar as situações simples e mais leves; o entendimento de que a objetividade pode “cortar” caminhos para atingir metas, pode diminuir embaraços. Cria-se uma facilidade ao falar. Mas, é muito importante prestar atenção não apenas no que você fala, mas no tom de sua fala. Firmeza é importante, mas cuidado ao tom atribuído à fala.
        E, por fim, a objetividade é um “treino” de sua própria comunicação e que vale a pena ser feito. Que tal tentar?


p.s: mas, se você tem dificuldades de ser objetivo em situações simples, então, sugiro você fazer o curso Linguagem Objetiva. São apresentadas maneiras de como você pode “encurtar” e treinar seu próprio discurso:


Translation:
The benefits of objectivity

        You know when you say like this “that person is a talkative”. Right. Long talks not always match with the life’s pace of 21th century.
        Particularly, I believe is a “sin” not have time to long dialogues or to talk for hours just because you don’t have time. But, it’s also true that objectivity is a “blessing” when there is no time.
        It would be so much easier if people were objective when situations demanded objectivity. Example, there are times in a company that to be objective is essential for the flow of decisions follow its course. As well the objectivity would helps meetings to be faster or also to solve conflicts in situations that has dragged for days and even weeks (if not months) in the office.
        But, before you go outside being more objective in your communication, it’s necessary understand the objectivity a little better. Many people are afraid to be objective and at the same time hostile. Objectivity has nothing to do with rudeness. Be objective is identify in your speak the easiest way to say what is need, without doing detours, flourishes or create tension or embarrassment. There are, for sure, situations that saying just what is needed is not that simple. Ask to your boss a raise can be costly at first. But if you analyze the reasons why you deserve a raise, would not be logical, therefore, make this request (if you analyze that really deserve it)? So, why it looks like too difficult to do that?
        Because objectivity requires a self-analysis about your communication. How you interact with people? How you "react" to the yes and no? How you identify what are your points of difficulty in speaking? How do you express yourself in conflict situations?
        People who are objective are also assertive, even if they have never heard about this term. When you make inquiries about your communication automatically you are putting yourself in a research position about yourself. And this analysis, it is possible to have more cooperative findings with you and with the people in their environment, making their objective speech, without being rude.
        Among the objectivity’s benefits are clearly (even greater) of ideas; the search to turn situations more simple and lighter; the understanding that objectivity can "cut" paths to achieve goals, can reduce embarrassment. It creates an ease in speaking. But, it’s very important to pay attention not only in what you say, but in the tone of your speech.        Firmness is important, but caution to the tone assigned to the speech.
        And finally, objectivity is a "training" of your own communication and it worth to be done. How about try it?

Trasnlator:


Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com

Bruna Gonçalves. 23 years old. Copywriter and digital marketing. Freelances in copywriting and translation. You can find me in Não Sei se é Fome ou Tédio’s blog or by e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Em cartaz


Ir ao cinema é uma delícia. Pipoca em mãos, companhia agradável (e de preferência cinéfila como você) e um bom filme. Bom roteiro, imagens que prendem, aquele áudio impecável. Uma interpretação arrebatadora. Não respirar com um suspense ou um romance é sentir-se mais vivo do que nunca. 
Aliás, a vida acontece dentro da tela de cinema. Mas, antes de você chegar até a sua cadeira (que hoje são muito confortáveis), escolheu seu filme. Acredite! Muitos fazem essa escolha por causa do nome do filme. Aliás, essa que lhes escreve também faz isso. Então, depois de praticar bastante a escolha do filme pelo título, resolvi juntar algumas curiosidades sobre o assunto.
Filmes com nome de comida
        Não sei que vocês já repararam, mas teve uma época em que os grandes estúdios adoravam lançar nomes de filmes com todo tipo de comida. Vou listar alguns: “O cheiro do papaia verde”; “Tomates  verdes fritos”; “Chocolate”; “Como água para chocolate”; “Ratatouille”; “Tá chovendo hambúrguer”.
O personagem é o filme
        Uma das delícias do cinema, além de falar de comida (rssss) é fazer com que a gente fique curioso para assistir a um filme que leva o nome de um personagem que, até então, você não conhecia. Por exemplo: “O paciente inglês” (enquanto eu não descobri quem era o paciente inglês, não sosseguei); “A lista de Schindler”; “A escolha de Sofia”; O fabuloso destino de Amelie Poulain”; “O curioso caso de Benjamim Button”; “O Show de Truman”; “Forrest Gump”; “Django Livre”; “A excêntrica família de Antônia”; “O grande Lebowski”. O engraçado é que depois que esses personagens passam a ser conhecidos, pronto, sempre tem alguém que é o Forrest ou que faz uma escolha de Sofia ou entra para a lista de Schindler. É o cinema pulando das telas para nossa vida.
Filmes com nomes compridos
        Um filme que tem um título grande chama a atenção. Ou você nunca ficou curioso para entender o que era o “Clube da felicidade e da sorte”? “Brilho eterno de uma mente sem lembrança”, então, nem parece um título de filme, mas um pensamento filosófico. “Precisamos falar sobre o Kevin” lembra uma conversa longa e “Sociedade dos Poetas Mortos” lembra que títulos cumpridos podem ser eternizados. Oh, filme bom!
Filmes com nomes curtos
        Quando Akira Kurosawa apresentou “Sonhos” ao mundo não imaginava que um filme com um título tão pequeno daria o que falar durante décadas. O mesmo teria acontecido a Milos Forman quando exibiu “Amadeus” ao público.  “Psicose”, “Casablanca” “Bem-Hur” e “Chicago” também são provas reais de que tamanho não é documento no cinema.
Nome de lugares
        E para encerrar, não poderiam faltar os títulos de filmes que levam nome de locais: “Um lugar chamado Notting Hill”, “Filadélfia”; “As pontes de Madison”; “Os girassóis da Rússia”; “Cidade de Deus”, “A cor púrpura do Cairo”.
        Cinema é mesmo uma delícia até no título. E, então, qual seu título favorito? Coloque ali em comentários! Vou adorar saber.


p.s: tem alguns momentos que a tradução não tem nada a ver com o original, o que me deixa um pouco triste. “The sound of music” é um exemplo. Graças a Deus, não fizeram o mesmo com “Marry Poppins”.

p.s1: gostaria de agradecer minha família que me ajudou na brincadeira dos títulos.


Translation:
Now playing

        Go to the movies is delightful. Popcorn in hands, a pleasure fellowship (and preferably cinephile likes you) and a good movie. A good script, images that hold attention, that impeccable audio. A sweeping interpretation. Don't breathe with a suspense or with a romance is to feel more alive than never.
        Moreover, life happens on a movie screen. But, before you arrive at your chair (that today are very confortable), you chose your movie. Believe me! Many people do that choice because of the movie’s name. By the way, who wrote this article also do that. So, after practice a lot the choice of the movie by the name, I decided to gather some curiosities about it.

Movies with food name
        I don’t know if you have noticed that, but there was a time the big studios used to love release  movies with all kind of food. I’ll list some: The Scent of Green Papaya, Fried Green Tomatoes, Chocolat, “Como água para chocolate” (in free translation: Like water for chocolate), Ratatouille, Cloudy With a Chance of Meatballs.

The character is the movie
        One of the cinema’s delights, besides talk about food (rssss), is get us curious to watch a movie that has the name of one character who you didn’t know until then. Like The English Patient (until I figured out who was the English patient, I didn’t quiet), Schindler's List, Sophie's Choice, Amélie, The Curious Case of Benjamin Button, The Truman Show, Forrest Gump, Django Unchained, Antonia's Line, The Big Lebowski. The funny thing is that after these characters become known, it’s done, there is always someone that is like Forrest, or that made a Sofie’s choice, or that is on the Schindler’s list. It's the movie jumping from screens to our lives.

Movies with long names
        A movie with a long name draws attention. Or have you never been curious to understand what was the The Joy Luck Club? Eternal Sunshine of the Spotless Mind, so, this even looks like a movie’s name, but a philosophical thought. We Need to Talk About Kevin reminds a long talk and Dead Poets Society reminds that long names can be eternelized. Oh, good movie!

Movies with small names
        When Akira Kurosawa presented Dreams to the world, he didn’t imagine that a movie with such a small name would be talked for decades. The same would have happened to Milos Forman when exhibited Amadeus to the public. Psycho, Casablanca, Ben-Hur and Chicago are also real proves that size doesn’t matter in movies.

Names of places
        To finish, couldn’t miss the movies with names of places: Notting Hill, Philadelphia, The Bridges of Madison County, Sunflower, Cidade de Deus (in free translation: God’s city), The Color Purple.
        Movies are really a delight even in the name. And so what’s your favorite title? Write there in comments! I’d love to know!

PS: There are sometimes that the translation has not to do with the original, what makes me feel a little sad. The Sound Of  Music is an example. Thanks God they didn’t do the same with Marry Poppins.

Translator



Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Economize tempo

        Você é o tipo de pessoa que não tem tempo e está sempre um passo atrás do que deveria fazer? Já parou para pensar que o obstáculo para melhor administração do tempo talvez seja sua comunicação?
        Isso mesmo. Acredite! A comunicação faz uma diferença e tanto ao longo do dia de um ser humano. As pessoas, em geral, passam parte do seu dia se comunicando. Desde fazer pedidos simples como “por favor, passe o café” até situações mais complexas como reuniões de negócios, a comunicação está lá, envolvida em quase todos as atividades de uma pessoa comum.
        Mas, você já reparou como você se comunica?
   Engana-se quem acredita que ao falar, automaticamente, está se comunicando bem. Na verdade, acreditar que as pessoas vão sempre entender o que você está dizendo (porque você acha que se comunica bem) é um dos principais motivos que impedem qualquer pessoa de ter uma boa comunicação (e, consequentemente, perder tempo). Cada um tem suas crenças, cenário cultural estabelecido e perspectiva sobre a vida que são muito particulares. Então, quando você conversa com alguém sem levar em conta o contexto da pessoa (crenças, cultura) com quem você dialoga, pode não ser entendido.
     E aí, perde-se tempo. Pedidos que poderiam ter sido facilmente compreendidos se fossem ditos de uma maneira simples e até mesmo direta com seu interlocutor, acabam não sendo entendidos.
        Brinco que os diálogos não compreendidos vão parar no mesmo lugar que os guarda-chuvas e as canetas bics que somem: no mundo paralelo (rsssss). Só que canetas e guarda-chuvas podem ser adquiridos novamente. O seu tempo não.
        Por isso, comece a observar como você realiza seus pedidos. Como você “percebe” a pessoa com quem conversa. E esse “perceber” está relacionado a entender qual é a melhor maneira de se comunicar com ela.  Como farei meus pedidos? Qual a melhor abordagem para falar sobre isso? Será que essa pessoa vai compreender se eu falar assim ou assado? Será que estou realizando meu pedido de maneira empática ou estou sendo invasiva(o) ou agressiva(o)?
        A verdade é que quanto mais simples (e não vulgar, por favor, apenas simples), simpática e empática for a sua comunicação, você irá ganhar mais tempo pelo simples fato de evitar confusões, pequenas discussões ou o próprio não entendimento de seu discurso.
        Que tal, então, economizar tempo?

       

 p.s: esse tema faz parte de um curso que se chama Economize tempo usando sua comunicação. Quer saber mais sobre o curso? Basta clicar no banner abaixo:


Save time

        You’re the kind of people who don’t have time and are always a step back of where you supposed to be? Have you ever thought that the obstacle to improve the time management maybe is your communication?
        That’s right, Believe me! The communication does a huge difference over the day of a human being. People generally spend part of their day communicating. Since simple requests like “can you pass the coffee, please”, even more complex situations like a business meeting, communication is there, involved in almost all activities of a commom person.
        But have you ever realized how do you communicate? It’s a mistake to believe that the action of speak, automatically, is a good communication. In fact, to believe that people will always understand what you’re speaking (just because you think you have a good communication) is one of the biggest reasons that prevents anyone from having a good communication (and consequently time waste).Everyone has its own beliefs, established cultural background, and life's perspective that are very particular. So, when you talk to someone without take in consideration the person's context (beliefs, culture) who you’re talking, you can be misunderstood.
        And then, you lose time. Requests that could be easily understood if asked in a simple and even direct way to your interlocutor, end up being misunderstood.
        I joke that the misunderstood dialogues will stop in the same place of umbrellas and the BIC pens that disappear: in a parallel world (rsssss). But this pens and umbrellas can be purchased again. Your time doesn’t.
        Therefore, start to note how you do your requests. How you “realize” the person who you talk with. And this “realize” is related to understand what is the best way to communicate with other people. How I will do my requests? What is the best approach to talk about that? Will this person understand if I talk like this or like that? Am I doing my request in an empathic way or am I being intrusive or aggressive?
        The truth is that the simpler (and not vulgar, please, just simple), friendly and empathetic is your communication, more time you will save avoiding confusion, little discussions or the misunderstandment of your speech.
        So, how about save time?

Translator:

Bruna Gonçalves. 23 anos. Redatora publicitária e marketing digital. Faço freelas de conteúdo e de tradução. Pode me encontrar também no blog Não Sei se é Fome ou Tédio ou por e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com

Bruna Gonçalves. 23 years old. Copywriter and digital marketing. Freelances in copywriting and translation. You can find me in Não Sei se é Fome ou Tédio’s blog or by e-mail: brunalvgoncalves@gmail.com