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Conheça os benefícios de uma comunicação mais eficiente.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Best Wishes!



        No último post do ano, pensei em vários temas para dividir com vocês. Aí imaginei uma listinha com os melhores desejos que tenho aos leitores. E, depois de gastar um pouco de fosfato pensei: já sei, vou falar sobre uma lista especial!
        Quando um novo ano começa é comum as pessoas fazerem listas com desejos materiais ou palpáveis: um carro novo, um novo emprego, um namorado amável, a viagem dos sonhos. Claro, quem não quer? Quem não quer ser o mais novo milionário de 2014? Quem não quer tirar um ano de férias? Quem não desejaria não ter que se preocupar com a conta bancária? Seria maravilhoso, não?
        Mas, como sei que milagres não acontecem assim, da noite para o dia - quantos milionários se encontram pelas ruas? Quantas pessoas estão felizes com seu relacionamento? – pensei em falar sobre uma lista mais prática que pode ajudar a tornar 2014 um ano mais bacana e também comunicativo!
        É claro que desejo que 2014 seja um ano bacana, mas o que tem que ser bacana mesmo é a maneira como se olha para os desafios. E, para isso, não adianta fugir: é preciso olhar para quem se é e o que desejaria mudar em você. Sabe por quê? Porque acredito que quando se olha para quem é, permite-se superar as dificuldades e os mais enraizados dos hábitos, que podem, inclusive, atrapalhar os sonhos. Que tal, então, fazer uma lista de comportamentos e atitudes que você mudaria em si mesmo? Ah, que chata essa brincadeira, né? Mas, ela é necessária.
        Ser comunicadora é como o muro das lamentações: as pessoas chegam para você e dizem que querem melhorar a comunicação com os funcionários. Mas, acreditam, cegamente, que os problemas são os funcionários e não quem está falando. Que tal todos começarem a perceber a maneira como se comunicam? Ou então, tem gente que quer melhorar a Oratória sem tentar vencer a timidez. Ou quer ser assertivo sem deixar de assumir a responsabilidade sobre aquilo que se fala. Não é possível, desculpa ser franca, mas isso não vai acontecer sem que avance um pouco sobre suas próprias dificuldades.
         E, é por isso mesmo que eu insisto: desejo que em 2014 você vença tudo aquilo que acredita que precisa melhorar em si e para isso sugiro uma listinha especial. Pode ser sua relação com a família, com o dinheiro, com as pessoas, com sua Oratória, enfim, aí vai de você. Mas, por que uma listinha, você vai me perguntar? Porque, em geral, é muito fácil apontar os erros dos outros, sem olhar para aquilo que se faz. É pouco provável que se vá encontrar alguém, até mesmo entre os entes queridos, falando assim: “nossa, gostaria tanto de mudar essa minha avareza! Quem pode me ajudar?”. Isso não existe. O que existe é que as pessoas tendem a achar que não têm coisas a resolver consigo mesmo. Como disse Sartre: “O inferno são os outros.” E aí, ficam apontando os erros dos outros, sem entender que o que lhe impede de crescer são os seus próprios medos. Brinco com os mais chegados que tenho uma listinha “best wishes” com coisas que gostaria de melhorar que não vai dar tempo de falar mal de ninguém em 2014. Rssssss.
        Olhar para si, sem receio, é como comunicar o melhor de você para você mesmo! Não está feliz contigo? Não gosta da sua avareza? Proponha-se a um trabalho voluntário. Não gosta da sua timidez, proponha-se a começar uma reunião na empresa. Você acha que todo mundo passa por cima de você? Comece a se posicionar. Tudo pode melhorar. Mas, sem esse exercício, corre-se o risco de entrar ano e sair ano sem entender o que você pode dar de melhor para você e para os outros. Quem não se percebe, se investiga, corre o risco de fazer outras coisas: além de falar mal do outro (porque não consegue se superar), pode tentar controlar a vida dos outros.
        Dou muita risada quando vejo as pessoas falando coisas do gênero: “olha, eu sei o que é melhor para você”. Se ninguém lhe disse isso, vou dizer: não, você não sabe! Tentar administrar a vida dos outros e impor formas de pensar, agir, vestir ou comer ou de administrar qualquer coisa é a comprovação de que não está se olhando com carinho. Não é possível que você não tenha coisas mais urgentes a resolver do que tentar fazer com que todo mundo faça o que você faz. Toda vez que fizer isso, sugiro que volte para a sua listinha e se ocupe com as suas dificuldades. Nada de ficar brincando com a listinha dos outros. Coisa feia!
        Quando alguém lhe pede ajuda, você oferece o que está ao seu alcance, mas não imponha maneiras de se viver. Esse foi o maior aprendizado da minha vida. Lembro-me quando era jovenzinha, tipo uns 20 anos, eu me maquiava maravilhosamente bem. E queria que minha irmã mais nova também gostasse de maquiagem (leia-se: tentava controlar a vida dela). Toda vez que ela saía, eu queria maquiá-la com sombras, rímel e tudo aquilo que eu podia mostrar que eu sabia! Ela é bióloga e não gosta muito de maquiagem. Demorou para eu entender que impunha a ela um “modus operandi” que era meu. Se eu soubesse da listinha, teria pedido para o ano 2000 que eu fosse mais segura e parasse de tentar agradar tanto as pessoas com uma maquiagem impactante.
        É claro que os anos mudam e os desejos da lista vão mudando também. Aliás, a palavra mudança cai muito bem para encerrar esse assunto e para começar 2014. Não lembro onde foi que li algo assim: “vivemos infelizes por medo de mudança”. E, então, o que você mudaria em você?



segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

Pessoal, a todos um Natal de muito amor e paz!
E, um 2014, em que nós sejamos a mudança!



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Como anjos...

        Cláudia dá o último retoque na maquiagem antes de sair de casa. Olha no espelho rapidamente, vê o relógio e observa que está atrasada. É uma reunião importante para ela e bastante decisiva. Lembrou-se que tem que pegar o filho de cinco anos mais cedo, que ficou na casa dos avós para que pudesse trabalhar até de madrugada.
       Mas, a arquiteta ainda estava preocupada com o projeto. Antes de dormir, pensou: “não sei, não estou gostando muito daquele canteiro central que desenhei para o cliente. Gostaria que fosse diferente.”
        Apressada, entrou no carro, soltou um grande suspiro e bravejou contra o trânsito. Pensou: “vai dar certo!” No meio do caminho percebeu que ainda estava com tempo de sobra e não queria chegar tão cedo ao cliente, para não parecer desesperada com o projeto. Ela, realmente, estava desesperada para conquistar aquele cliente! E, claro, precisava do dinheiro. Viu um posto de combustível e resolveu parar para comprar uma água.
        Entrando na loja, pegou água, um suco e umas bolachinhas. Mas, não observou que a fila estava grande. Foi, então, que pensou: “Saco! Por que é que eu fui parar?” E, não teve outro jeito a não ser esperar. E, então, a sua frente, dois homens conversavam. Um deles, disse: “estava pensando em fazer um canteiro lá para o consultório para colocar umas plantinhas bacanas. Como médico, gostaria de tornar o espaço mais legal para os pacientes. E você sabe que minha mulher me deu uma opção interessante? Ela disse: por que você não faz um canteiro assim e assado?”
        Cláudia não pôde acreditar naquilo que ela estava ouvindo! Era a solução ideal para o canteiro. Aquela ideia era brilhante e se encaixava perfeitamente no projeto. Ficou tão interessada na história que puxou conversa com o médico: “olha, você me desculpa, mas eu não pude evitar ouvir sua conversa. Estou fazendo um projeto que tem canteiro e essa ideia que você teve é maravilhosa e acredito que vá se encaixar no meu projeto. Você se importa se eu usá-la?”
        Depois daquela conversa, Cláudia chegou ao cliente muito mais confiante e feliz! E, claro, fechou o negócio. O cliente ficou satisfeito com o projeto e com o canteiro. Além disso, acabou fazendo amizade com o médico e sua esposa.
        Cláudia é o nome fictício de uma amiga que prefere não se identificar. Mas, que conta essa história com muito orgulho. Certa vez, ela me disse: “tudo o que é nosso chega até a gente! Mas, é preciso estar com os ouvidos e olhos bem abertos!”
        Concordo plenamente com ela. Acredito, honestamente, que ao longo de um dia, recebemos sinais diferentes com dicas daquilo que podemos fazer para nós mesmos ou para o nosso trabalho. Mas, nem sempre estamos atentos por causa das preocupações do dia a dia. E, claro, quando ficamos pensando e pensando nem sempre chegamos a alguma conclusão, não é mesmo? E aí, vem alguém de fora e fala algo assim, despretensiosamente, que pode se encaixar perfeitamente naquilo que precisamos para aquele momento.
        Brinco que quando isso acontece, é porque nosso anjo da guarda tentou falar algo para a gente, mas não demos muito pelota. E aí, eles têm trabalho redobrado. Devem pensar: “tá bom, vou tentar alguém mais atento que você”.
        Confessem, vocês nunca ouviram algo que era exatamente aquilo que precisavam ouvir? Mesmo que seja de pessoas que você não conhece muito? Vocês acreditam no acaso? Eu não! E quanto mais acredito nisso, mais encontro pessoas que podem ser pontes para algo novo. Pessoas que me conectam a outras, que me levam a ter ideias que não tive e que me ajudam a me cuidar naquilo que não prestei atenção.
        Apenas para comprovar essa teoria, esse ano perdi um voo. Enquanto estava no caminho para o aeroporto, o taxista disse: “olha, não quero parecer pessimista, mas o tempo está fechado em todo o Brasil, vi na televisão”. Pensei: “chato, não quero lhe ouvir”. E aí, peguei congestionamento, me deu dor de cabeça, enjoo. Pensei: “nossa, eu estava tão bem”. Enfim, cheguei ao aeroporto e já tinha feito o check in antes,  então, faltava apenas embarcar. Mas, quando cheguei ao embarque a moça me disse: “corre, que esse voo acabou de ser encerrado.” Não deu tempo! Fiquei tão chateada que pensei: “como deixei isso acontecer!” Então, fui para a rodoviária e peguei o primeiro ônibus.  Quando cheguei ao destino, seis horas depois, liguei a televisão: “todos os voos para o destino tal foram cancelados”. O voo que iria pegar voltou para Curitiba porque não conseguiu pousar no destino.
        Lembrei-me, então, do taxista. Não é que ele tinha razão? Pessoas podem ser como anjos da guarda, dependendo da atenção ou abertura que damos ao acaso. E mais, depende também da nossa humildade e flexibilidade em admitir que não sabemos tudo!
        Nesse ano tive tantos anjos da guarda que só tenho a agradecer. Pessoas me lembraram de que eu devia cuidar melhor da minha saúde, deram-me ótimas dicas de trabalho, me ajudaram com o blog, me inspiraram com suas histórias, me levaram a lugares que nunca fui antes, me ajudaram a ter coragem. Então, agradeço a esses anjos da guarda, ainda que eles não saibam que tiveram esse papel!
        E me ajudaram a lembrar de que anjos da guarda existem! Esses dias estava dando aula para uma classe bastante cheia, o que torna mais difícil guardar os rostinhos e nomes. Lembro-me de depois de quatro dias de trabalho, ter dividido alguns planos meus com os alunos, em conversas mais descontraídas. E, no último dia, no último minuto de aula, uma aluna virou para mim e disse: “professora, você está nas minhas orações! Você vai conquistar tudo o que deseja!”
        Quantas pessoas lhe desejam tão bem assim, dessa maneira tão gratuita? Eu a agradeci! Nem preciso dizer que fiquei emocionada!
        São ou não são como anjos da guarda essas criaturas que nos visitam de vez em quando? 








quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Mar azul

        Assim como toda criança da minha época, gostava muito de pular. Adorava jogar queimada com os colegas de sala até ficar com as bochechas vermelhas. Gostava de elástico, pique-esconde e corda. Gostava de quase tudo o que representasse pular. Mas, o que mais gostava era de estar em uma piscina.
        Piscinas sempre tiveram uma conotação diferente de qualquer outra coisa que eu fizesse na vida durante a infância. Era quase como um santuário: um lugar onde eu poderia passar muito tempo sem me importar com nada. Poderia deixar a pele enrugada como a de um ancião, que não fazia diferença. Nadar era o extremo do prazer, da alegria, da representação de algo feliz.
        Não à toa, durante muitos anos - até que saísse da infância – eu pedia a Papai Noel que eu me mudasse para o clube que eu frequentava porque, assim, eu poderia ter uma piscina olímpica todos os dias na minha vida. Eu não queria só uma piscina, queria morar no clube mesmo, com as cadeiras, o guarda-sol, todas as árvores enormes e aquela gente toda. Eu, honestamente, não me importaria de dividir o clube com as pessoas. Apenas queria morar nele.
        Eu só não sabia que quando pedimos coisas ao Papai Noel, elas acontecem, mesmo que de um jeitinho um pouco diferente. Vinte anos se passaram e as piscinas sempre fizeram parte da minha vida. Virei nadadora.  E, um belo dia, uma técnica, observando a minha adoração pela água, me perguntou: por que você não nada no mar?
        Uau! Como assim? E, então, com um frio enorme na barriga, me deparei com a piscina mais legal que eu já tinha visto na minha vida: um grande mar azul! Não que eu não tivesse entrado antes no mar, mas era a primeira vez que iria nadar no mar, distante da areia. Foi minha primeira travessia! Lembro-me até hoje que quando entrei no mar, tive vontade de voltar. Tive vontade de chorar! Mas, tremendo de medo, entendi que eu poderia ter exatamente aquilo que eu mais gostava na vida: nadar abraçada por muita água.
        A sensação de estar no meio do nada, longe de qualquer segurança, enfrentando às vezes frio, ondas estranhas e água salgada podem soar pouco romântico para quem nunca fez uma travessia. Mas, apesar de tudo isso, posso garantir que essa é a sensação mais leve e tranquila que alguém pode ter (ou que eu já tive, pelo menos,  pois sei que tem gente que não gosta de água). Não é só a sensação de paz, mas a certeza de que Deus confia em você porque se você não nadar, pode morrer. Então, só lhe resta nadar e, no meu caso, com um sorriso no rosto de fora a fora porque, para mim, nadar é como não pensar. Apenas nado.
        Não foi uma, nem duas, nem três vezes em que senti, enquanto fazia uma travessia, uma imensa sensação de realização. Ficava nervosa antes de entrar no mar, treinava mais do que devia para garantir meu desempenho, mas nada disso realmente importava. O que queria -  e tudo o que queria -  era a certeza que eu poderia voltar a nadar no mar. E fiz isso durante muitos anos.
        E, foi a partir desse momento que eu entendi que quando fazemos exatamente aquilo que amamos, enfrentamos qualquer desafio. Mas, para isso, precisamos assumir, para nós mesmos, o que é felicidade. Eu não havia me dado conta do porquê eu queria me mudar para o clube quando era criança. Mas, hoje entendo que o mar, assim como a piscina, são presentes que me dou quando posso. Não sou a mesma nadadora, não tenho mais o mesmo desempenho, mas dar minhas braçadas é ainda a garantia de um presente muito legal. E quem não gosta de ser presenteado?

        Por isso, lhe aviso: cuidado com o que pede ao Papai Noel. Porque tudo, mas tudo mesmo, pode se realizar!





quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O começo do fim!

             Não. Talvez não seja nesse último mês que você vai perder aqueles três quilos que desejava perder desde o começo do ano. Talvez não conclua aquele curso de inglês que interrompeu três vezes, no último semestre. Talvez não encontre mais horários vagos na agenda da ginecologista que você adora e que vai ficar os três primeiros meses de 2014 fora, fazendo pesquisas.
        Acredito também que talvez não consiga ver aquela amiga do coração, que teve bebê há quatro meses, mas você não teve tempo para vê-la. Penso também que talvez não encontre aquela passagem aérea para o destino que tanto queria ir e que você se esqueceu de reservar. Talvez você não encontre apartamentos na praia. Não encontre aquele vestido ou aquela camisa para passar o Réveillon dos sonhos porque a loja, que tanto gosta, já reservou as peças as outras clientes fofas(os).
        Talvez você não encontre vagas nos shoppings. Talvez não encontre vaga na lista cobiçada do seu cabeleireiro, que, coitado, não vai respirar até às 23h do dia 24 deste mês. Talvez você não encontre aquele livro de arte que queria dar para sua orientadora e que quis comprá-lo o ano todo, mas simplesmente deixou para dezembro.
        Talvez você não encontre também quem possa cuidar dos cachorros para viajar tranquilo. Ou, talvez não encontre aquele panetone artesanal que só a dona Cidinha faz e que, como acontece todos os anos, os pedidos se encerram na primeira semana de dezembro.
        Aliás, talvez não dê conta de tantos compromissos! E talvez tome todo refrigerante que não tomou o ano todo porque, com certeza, tem pelo menos cinco festas de fim de ano para ir: a da família, a do serviço, a das colegas da pós, a das amigas do curso de francês e dos amigos de corrida no parque. Pensando bem, se duvidar, talvez não sobrem nem Coca-Colas nos supermercados até o dia 24 de dezembro. Rssssss.
        Está aberta a temporada do começo do fim! O mês de dezembro é, sem dúvida alguma, o momento em que todo mundo quer tudo como se, em vez de se celebrar a chegada de algo novo, estivesse se protegendo do fim do mundo.
        Até agora na história da humanidade, ao final de um ano, inicia-se outro. Normal, né? Então, por que todo mundo quer fazer tudo em dezembro? E mais: com tantos compromissos a serem realizados, como você acredita que se comunica com qualquer pessoa durante esse mês? Com mais estresse, mais cansaço, mais pressões de todos os lados, acredita que estará conversando e dialogando naturalmente com as pessoas? De que adianta tantos compromissos se você está transbordando irritação ou insatisfações?
       Não à toa, o fim do ano é aquele momento em que as pessoas mais brigam, discutem ou trocam ofensas pelo nada, seja em família ou no trabalho e até em uma viagem tão desejada.
        E aí, existem existem caminhos prováveis (tudo pode ser o “talvez”) para a sua comunicação: exercer profundamente a sua diplomacia, entendendo que fez a escolha por manter tudo e que vai se sair bem nessa maratona. Portanto, esteja consciente de que irá ao “front” e a batalha só termina daqui um mês. Até lá, sua comunicação deverá se parecer como a do presidente dos Estados Unidos: sempre pronta e quase sempre bem humorada para quase tudo! Ou, você pode simplesmente se dar o direito de não escolher pela maratona e entender que talvez não dê conta de tantos compromissos e que terá que tirar eventos da agenda. E que, por mais diplomacia que se tenha, talvez você não tenha mesmo é vontade de lidar com tudo isso. E garantir que sua comunicação possa ser a tradução do seu respiro!
        E agora? A largada dessa maratona já foi dada. Qual a sua escolha?