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Conheça os benefícios de uma comunicação mais eficiente.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Chega de mimimi!

  Esses dias li o pensamento abaixo em um grupo de discussão de comunicação não-violenta[i] no Facebook. E pensei: tá aí, é isso mesmo!





           Por que as pessoas complicam tanto? Essa é uma frase difícil de responder. Ninguém é capaz de entrar no cérebro do outro para saber por que raios as pessoas não tomam atitudes simples ou dizem aquilo que sente. Nas redes sociais está sempre em circulação aquela frase “chega de mimimi”, como quem diz: chega de conversinha. Vamos aos fatos!
        Mas, acredito que as próprias pessoas dão pistas para esse comportamento.     E uma explicação pode ser o fato de que a humanidade anda muito sem fé na própria humanidade. Como quem diz: “ah, eu não vou ligar não, fulano não liga para mim”. Ou então: “ah, quer saber, não entendeu, deixa quieto”. Ou ainda: “ah, não vale a pena eu pedir, não vai resolver mesmo”. Será?
        Acredito que comunicar seus desejos é o primeiro passo para o sucesso, porque se você é capaz de assumir o que busca, ninguém lhe poupará a verdade. Ou, em outros termos, mesmo que as pessoas ao seu redor não gostem de uma afirmação ou negação sua, você será ouvido. E ser ouvido não tem nada a ver com ser agressivo.
        Garantir o direito de falar aquilo que se pensa - e o de ser ouvido - sem machucar ninguém é um exercício que cabe a qualquer um. E você já tentou? Diga, sem medos e sem rodeios, aquilo que pretende, mas com firmeza e também leveza. Pode as duas coisas em uma única afirmação? Claro que pode! Falar o que se quer dizer com tranquilidade é como o “fluxo da chuva”. Quando os pingos caem no chão, formam um fluxo contínuo de água trazendo leveza até mesmo a uma tempestade! Quando se encontra as palavras certas para falar aquilo que se deseja, essas palavras caem como os pingos de chuva, seguindo um fluxo. Permitindo, portanto, que até uma “tempestade de emoções” escoe com mais leveza.
        Mas, se não se permite que as palavras fluam ou que fiquem enroscadas, então, a analogia muda. O que acontece com a chuva que não escoa direito? Enchente! E é o mesmo que acontece com os humanos. Ficam cheios de sentimentos e emoções que não conseguem colocar para fora. E, por quê? Pelo medo de dizer as coisas?
        Quanto tempo se perde na vida porque as pessoas acreditam que algo não dará certo? E mais, quanto tempo se perde ao não se expressar um simples desejo? Por que parece tão difícil? Porque o medo pode realmente ser maior do que o próprio desejo. Ou ainda porque uma situação ruim anterior não lhe permite perceber a vida como o fluxo da chuva, e aí qualquer palavra pode representar uma gota que faz transbordar uma enchente de sentimentos!
        Então, transborde-se!!! Talvez esteja na hora de permitir que o um desejo não seja entendido como um futuro não. E se o não acontecer, um novo sim pode entrar no lugar. Depende da maneira como você quer enxergar o seu novo desafio.
        Enquanto você pensa, eu digo: para de complicar as coisas. E chega de mimimi!


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sem licença para existir!

             Para ser você mesmo é preciso coragem! Isso porque talvez você cause alguns desagrados!
        É que as pessoas, em geral, querem que você seja conveniente. Pense: o mundo exige, acima de tudo, adequação. É preciso ser adequado para trabalhar, para entrar em rodas de “amigos”, para se manter em determinados grupos.
        Já faz algum tempo que as pessoas pedem mais liberdade de expressão ou liberdade para serem elas mesmas. Quando os jovens de duas gerações atrás nadaram peladões em poças de lama em Woodstock, estavam tentando dizer: “ninguém quer mais esses padrões. O que se quer é poder escolher, viver, experimentar, se expressar.”
        É claro que de lá para cá o mundo ficou mais democrático e as pessoas puderam realmente expressar mais facilmente suas escolhas. O Facebook é um exemplo disse. Hoje é possível expor desde desejos sobre a moda até mesmo a opção sexual (ou opções) em quase qualquer lugar. Mas, não sem cair na tentação de tentar se adequar aos demais. Vai que a amiga não gosta do seu namorado novo? Ou da sua calça jeans?
        A adequação é necessária quando a conveniência é uma verdade mais urgente do que a autenticidade. Mesmo que se tente muito, um advogado não pode ir trabalhar peladão só porque seus ancestrais abriram o caminho da paz e do amor, décadas atrás, nadando muito à vontade na lama. Mas, não é exatamente dessa adequação que me refiro. Falo de seguir o fluxo mesmo, sem parar para se reconhecer no meio da multidão.
        Durante muito tempo fiz parte do cardume que nadava pelas correntes mais seguras e conhecidas e que, portanto, não temia os tubarões. Mas, a “normalidade” me trouxe uma estranheza tão grande que sofri, durante muito tempo, ao tentar me adequar aos que os outros achavam o “certo sobre a vida”. Bullshit!
        Ninguém sabe nada sobre nós além de nós mesmos. Ainda que se tenha por perto pessoas amáveis que vão lhe dar referências valiosas sobre si mesmo(a), ainda assim corre-se o risco de tentar atender a uma demanda alheia. Uma opinião alheia é um ponto de vista do outro sobre você. Não é o que você sente!
        Mas, desagradar ao não concordar com uma opinião faz parte da vida assim como nadar com o cardume, só que nem sempre as pessoas contam isso para a gente. E aí, percebe-se que não se está feliz quando algo dói, quando o coração aperta ou o peito sufoca e o corpo comunica aquilo que a mente sabe, mas a falta de coragem não permite dizer: “eu não quero ser igual a todo mundo!” E como custa ser honesto consigo mesmo!
        O mais custoso (e também curioso) é que as pessoas esperam que, porque elas lhe dão atenção, você justifique suas escolhas. O que é, praticamente, a mesma coisa que justificar sua existência! Por que as pessoas simplesmente não podem aceitar as escolhas alheias em vez de tentar classificá-las como se fossem suas? Que chatice! E o mais chato é o pedido de explicação: por que você gosta de fulano e não de ciclano? Por que não usa amarelo se está na moda? Por que se vai em um lugar em vez de outro? Por que comprou esse carro e não aquele? Por que fez psicologia e não direito? Por quê? Por quê? Por quê?
        Por que as pessoas tem tanto medo de que não a sigamos em suas escolhas? Isso é um desagrado? Um desacato? Um pecado?
        Tenho várias frases chaves naquelas situações em que percebo que não estou seguindo o fluxo. Juro que espero ao máximo para abrir a boca antes de dar minha opinião porque sei que pode chocar. Mas, tem horas que admito: eu não curto sorvete (eu odeio mesmo!) e não gosto das canções de Adele. São duas coisas que não me descem! Ah, também não gosto de lasanha. Aliás, se fosse fazer uma lista de coisas das quais não sigo o fluxo talvez esse texto tivesse muitas laudas. Mas, entre as que posso assumir publicamente (rsssss) ainda estão: sou uma comunicadora silenciosa e prefiro ouvir a falar; dou curso de Oratória e falo baixinho (e ninguém reclamou até hoje ou percebeu); odeio fofocas e quando alguém vem me contar já digo que não quero saber. No entanto, guardo segredos (dos outros) tão bem guardados que não confesso nem sob tortura. E uma vez já admiti aqui que acho o Brad Pitt sem sal. Já James Franco, quanto tempero!
        E aí, quando falo qualquer uma dessas coisas, fico esperando a frase que vem na sequência: você é normal?
        Dou risada. Claro que sou! E replico: você é que não descobriu os mistérios sobre você mesmo ou não tem coragem de assumi-los.
        Como diz uma das últimas frases do filme cult (rsssss) “Marley e eu”, somente um cachorro vai lhe amar assim, na sua autenticidade e ainda gratuitamente, sem esperar muito em troca. Achei bem válida a frase!
        Por isso, concluo assim: há dois movimentos estranhos quando se tenta seguir o fluxo: 1) seguir o fluxo por si só já é estranho. Quando se tenta agradar aos outros, fatalmente você irá se desagradar. 2) Você até pode não seguir o fluxo, mas justifica suas escolhas? Não justifique! Você nasceu assim, desse jeitinho, com todos os seus desejos e sonhos e chatices! Esse é você! Não é necessário justificar o que se vá fazer ou do gosta de fazer só porque não é o que todo mundo faz (ou gosta)! Comunique quem é você!
        Eu farei isso, gostando você ou não! 



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Play it again, Sam!

        Esses dias percorri quatrocentos quilômetros ouvindo, basicamente, uma única música: California Dreaming, do The Mamas & The Papas. Claro, que alternei a música com algumas outras só para variar um pouquinho. Mas, um pouquinho!




        Numa interpretação livre e sem nenhum embasamento científico chamo essa necessidade de ouvir uma mesma música de “sentimento único”, que é quando a gente não quer mudar uma sensação que uma música pode nos passar, e aí fazemos de tudo, mas de tudo mesmo (até apertar o botão “voltar” inúmeras vezes), para aquela música não sair da cabeça.
        Brinco que, infelizmente, músicas legais são como Yakult, quando se percebe, já passaram e sempre se quer mais um pouquinho. Acredito que algumas músicas poderiam fazer parte do hall do rock progressivo, aquele gênero musical que embalou muitas viagens de gente que tomou chá de fita e nunca mais desligou o play.
        Já pensou se as músicas bacanas tivessem a duração de Shine on you crazy diamond, do Pink Floyd...






... ou as mais conhecidas do Jethro Tull? 





      Mas, claro, essa era outra época e talvez as pessoas tivessem mais tempo de apreciar uma música. Ou mais loucura mesmo!
        E quando se gosta de uma música que não sai da cabeça e não se sabe de quem é?  Dá um nervoso! Aí se pergunta aos colegas de trabalho ou amigos todo tipo de coisa para tentar lembrar da dita-cuja da música: “sabe aquele filme de tal atriz, que tem aquele ator conhecido também? Então, sabe aquela cena que tem aquela música?”
        Numa dessas foi que criei uma briga bem grande com amigos fãs de Pearl Jam. Jurava que Like a Stone, do Audioslave, fosse do Pearl Jam. Uma vez escutei-a em qualquer lugar (não me lembro onde) e pensei: “nossa, Pearl Jam mudou a pegada das músicas”. E, durante anos, sem nunca ir ao Youtube verificar, jurava que a voz de Like a Stone era de Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam! E, foi que, em uma roda de amigos, comentei sobre a música: só faltou a conversa acabar em tiroteio! Tá bom, gente, entendi que não é o Pearl Jam. Mas, cá entre nós, não parece?
        



       Outra coisa difícil é quando se tem uma música na cabeça e não se sabe cantá-la, principalmente quando se é em outra língua. É como tortura chinesa! Carla Bruni é sempre um desafio. Além de linda e talentosa, tem uma voz única, com letras super charmosas e ainda algumas com uma certa profundidade. Qual mulher não se identifica? Ela é um  símbolo feminino na música contemporânea! E foi por causa dela que fiz uma coisa de adolescente: imprimi as letras para poder acompanhar o que cantava! Não podia perder La dernière minute ou a leveza de Chez Keith Et Anita.
        



      Mas, claro, nem toda música que temos na cabeça contém uma letra do maestro Antônio Carlos Jobim. De vez em quando, a melodia vem do outro lado do Rio de Janeiro. Esses dias, coloquei em sala de aula a música abaixo para fazer um estudo sobre o que as pessoas tentavam comunicar sobre sua realidade.


        

        Você também ficou com ela na cabeça? Foi a primeira coisa que os alunos falaram: “ah, professora, agora vai impregnar.” Desculpa, gente, mas foi necessário!
        Se você ficou com essa música na cabeça, dou uma dica. Tem um site chamado “desescute” (link no rodapé) que tem por objetivo lhe ajudar a tirar uma música da cabeça. E, ainda, faz você vai ficar com outras na sua mente. Por exemplo, quem nunca cantou o refrão de Losing my religion, do R.E.M? Gruda como chiclete! Mesmo que não escute a música, já pensou no refrão! Funcionou!
        Ah, o que tudo isso tem a ver com comunicação? Músicas comunicam estados de espírito. E, se você não sabe que estado de espírito está agora, então, olhe para o seu Ipod ou celular e observe sua seleção. Ela vai dizer muito sobre você mesmo!
         Ainda não consegui tirar California Dreaming da cabeça. Tomara que fique na de vocês! Play it again, Sam!






p.s: o site desescute! Clique aqui!

p.s1: Play it again, Sam, é uma brincadeira com o filme Casablanca! Essa frase que nunca foi dita, apesar das pessoas acreditarem que sim. Ingrid Bergman diz apenas: “Play it, Sam. Play As Time Goes By”. Taí uma música bem legal para se ficar na cabeça!





quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A arte de escrever e-mails

        Mandar e-mails pode ser tão perigoso e imprevisível quanto aquela brincadeira circense de arremesso de facas. Vai que dá errado! E, muitas vezes, dá mesmo. Isso, claro, depende muito do que é escrito e de quem o interpreta.
        Das ferramentas de comunicação hoje existentes (inúmeras) é a mais passível de equívocos. Explico: ao falar ao telefone, é possível perceber a entonação da voz de quem está do outro lado e até a intenção do discurso. Mesmo em chats - ferramenta de comunicação utilizada internamente nas empresas ou para atendimento ao cliente – é possível perceber mais rapidamente o que a pessoa está lhe dizendo porque, se você não entendeu, pode questioná-la imediatamente. O mesmo acontece com o uso de alguns aplicativos de celulares, como o What´s up, que você pode ver quando a pessoa leu a mensagem.
        Mas, aí leitor, você vai alegar: “É, mas nem sempre é possível saber se uma pessoa leu um torpedo.” Sim, mas torpedo não corresponde às ferramentas de comunicação mais comuns das empresas. A maior parte delas (pelo menos no Brasil) ainda utiliza o e-mail como forma de trocar informações profissionais. É um hábito tão comum, que tem gente que prefere enviar e-mail para o colega que está sentado ao lado, em vez de falar para ele: “Fulano, sabe aquele projeto?”       Quando dou aula sobre ferramentas de comunicação, brinco com os alunos que o e-mail também é chamado de “porta do inferno”, porque é lá que estão os conflitos. E existem tantos problemas causados por e-mails mal escritos ou mal interpretados que fica difícil enumerá-los.
        Mas, vou começar por um problema bastante comum: a preguiça na hora de escrever. Gente, é claro que o mundo está bastante dinâmico e não é preciso redigir um relatório quilométrico para se dizer o que precisa. Mas, realmente, o e-mail tem se tornado uma extensão do Twitter. Conteúdos como “Não posso ir na reunião. Att” estão se tornando cada vez mais comuns e despertam a ira em quem vai lê-lo. Se alguém não pode ir a uma reunião deve explicar o motivo, afinal, seu chefe lhe paga para que você participe de todas as atividades que sua função exige, como também responder a e-mails, não é verdade? Então, o mínimo que um e-mail deve conter é um conteúdo adequado, objetivo (claro) e responder a aquilo que foi perguntado.
        O oposto também é um risco! Você precisa mesmo contar toda a história do seu dia para responder a uma pergunta ou comunicado feito por alguém? Os extremos geram conflito porque mostram que quem leu o e-mail não prestou atenção em uma coisa muito básica: na mensagem. Se você não tem boa vontade para responder um e-mail ou responde contando sua vida, então, é hora de esperar um pouco a cabeça esfriar ou seu humor melhorar para responder a tal mensagem.
        Aliás, humor é uma palavra que não cabe bem em e-mails. É como água e óleo. Mesmo que você coloque ao final do e-mail uma risadinha (tipo “rsssss”), quem leu não está ouvindo o tom do seu comentário. Então, pode interpretar como deboche, como chatice, como se você fosse um desocupado. Mas, isso não vale para todo tipo de situação, apenas para os e-mails profissionais. Claro que se você mandar um e-mail para um amigo falando assim “Gordo, churrasco no sábado?” ele vai entender. Mas, no meio profissional, o humor é bastante confundido com sarcasmo. Não é que seja preciso ser mal humorado em um e-mail. Muito pelo contrário! O ideal é que se responda a um e-mail profissional de maneira espontânea, mas direta. Principalmente quando seu interlocutor for um cliente. Não tente ser o Fábio Porchat se você não for humorista. Deixe que o Porchat faça a parte dele e você a sua!
        As interjeições e emoticons também não ajudam. Sabe aquele e-mail da colega de trabalho escrito assim: “O seu projeto ficou linnndddooo!!!! JJJJ”. As interjeições refletem uma emoção que se teve naquele momento. Pode ser que quem leia não entenda tanta empolgação. Para evitar más interpretações, diga pessoalmente para a colega o quanto ficou alegre com o projeto dela. O mesmo vale para quando se está bravo! Roupa suja se lava pessoalmente, via e-mail é desperdício de tempo. Além do que, vira uma bola de neve!
        Aliás, ao ler um e-mail é preciso ter a mente aberta e o coração tranquilo. Nem sempre é possível interpretar uma informação de imediato. Se você não entendeu, diga que não entendeu, mas com educação, para não ofender quem o escreveu. Vai que a pessoa escreveu na correria, né?
        É por isso que não se deve escrever e-mails em momentos em que não se pode prestar atenção! Não se pode esquecer que o e-mail é uma ferramenta de comunicação como outra qualquer e que, por isso mesmo, é necessário dispender um certo tempo e atenção naquilo que está se falando. Pessoalmente, você não se dirigiria a seu chefe dizendo algo assim: “Não vou na reunião. Att”. Por que diria por e-mail? Porque o e-mail é uma ferramenta muito fácil de se usar e, por ter se tornado comum, acaba sendo depreciada.
        Ainda vale lembrar que e-mail não é o confessionário do Big Brother. Então, nada de “Amiga, preciso te contar tuuuudddddooooo”. Se recebeu um e-mail desses, apague! É a prova documental de que você fofoca na empresa.  Se sua colega precisa lhe contar algo muito urgente, chame-a para um cafezinho.
        E, o campeão número um de conflitos causados por e-mail é aquele que não é respondido. É inacreditável como as pessoas recebem e-mails e não respondem e como isso gera problemas de interpretação: não respondeu o e-mail porque não quis? Não respondeu porque não podia? Não recebeu? Está com receio de negar que não quer um produto? Não quer o seu trabalho? A arte de não responder é bastante comum do brasileiro já que se tem muito medo de dizer NÃO.
        Bom, se faz parte do time que desaparece e não responde porque não sabe o que dizer, então crie coragem e assuma que não sabe! Não quer contratar um trabalho que pediu um orçamento? Agradeça o e-mail dizendo que não tem uma resposta para a proposta. Não quer ir na casa do amigo no final de semana, um convite feito por e-mail? Responda que não quer ir e explique o motivo. Recebeu uma proposta de trabalho e não pode assumir o compromisso? Diga porque não pode, mas não deixe de responder quem lhe aciona. Não responder e-mails é como aquela frase muito comum na infância: “Ah, acho que não quero mais brincar disso”. Tudo bem, mas quando se é criança, pelo menos se diz que não quer. Por que é que não se diz quando se é adulto?

        E-mails são passíveis sim de equívocos, mas não precisa parecer um arremesso de facas. A não ser que se queira correr esse risco. E aí, é com você!







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