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Treinamento para falar bem na mídia, palestras, reuniões e vídeo aulas.

Comunicação como ferramenta

Conheça os benefícios de uma comunicação mais eficiente.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Palestra gratuita sobre Marketing


quarta-feira, 25 de julho de 2012

O que as mulheres conversam quando vão juntas ao toilet?


                    Esses dias  um amigo colocou o seguinte post no Facebook: se o Facebook tivesse sido criado por uma mulher, existiria o botão “nem te conto”. Dei muita risada! Esse, com certeza, seria um botão bastante usado pelas mulheres.
               E, claro, eu também falo muito. Me dei conta do quanto eu falava um dia que eu estava introspectiva e queria passar o dia todo quietinha. Mas, não deu certo. Eu estava na companhia das minhas irmãs e uma delas falou por 10 horas seguidas! Fiquei pensando: Meu Deus, acho que nos dias normais também sou assim!
           Então, perguntei a algumas mulheres – todas modernas, batalhadoras, algumas mães, todas lindas e bem resolvidas (rssss...) - se elas conversavam muito. A maioria foi unânime: sim, nós conversamos muito!!! Algumas disseram que conversam mais quando estão na presença de outras mulheres.
            Dificilmente você vai ver uma mulher quieta em qualquer lugar que você esteja. Pode ser um café ou no seu trabalho. As mulheres tem um enorme poder de comunicação e de se unirem para conversar. Os homens até podem dizer que é tricô ou fofoca, mas, é um fato inegável que as mulheres são capazes de se sociabilizar em qualquer lugar que elas estejam.  
          Faça um teste: apresente uma mulher à outra e elas vão falar sobre coisas superficiais no começo da conversa. Mas, pouco tempo depois, já vão trocar números de médicos para os filhos ou o contato daquela dermatologista incrível. Talvez não sejam amigas para todo o sempre. Mas, naquele momento estabeleceram um laço e trocaram suas verdades. Ou mentiras, talvez. Não importa! Vou chamar de pequenos segredinhos.



               O curioso é que as mulheres estão sempre estabelecendo novas relações. Ou no jargão profissional, novos contatos. E elas fazem isso sem pensar. Aliás, se pararmos para pensar, elas são praticamente um case de sucesso da comunicação. Fazem contatos, criam novas amizades e até inimizades, mas, não tem receio de trocar informações. Não estou dizendo que TODAS fazem isso com maestria. Mas, por um senso comum, as mulheres conversam mais facilmente do que os homens.
                Esse comportamento nem sempre é bem visto.  Esses dias, um outro amigo me disse que quando quatro mulheres ou mais estão juntas já se pode considerar formação de quadrilha! Dei muitas risadas! É claro que as mulheres quando estão em grupo nem sempre são legais ou falam coisas fúteis ou até atrapalham o ambiente de trabalho. Vocês se lembram daquelas amigas do começo do texto? Então, elas me disseram que não existe nada mais insuportável nas mulheres do que quando uma não deixa a outra falar. Ou ainda quando tentam chamar a atenção ou quando ficam com maldadezinhas. Às vezes, as mulheres não sabem usar o poder de comunicação que tem. Infelizmente, nem tudo são flores.
                Mas, tem o lado bom.  O que acho mais delicioso nesse comportamento falante é que as mulheres, pelo bem ou pelo mal, ajudam a comunicação fluir. E mais! Sabem como ninguém, expressar seus sentimentos,  o que é muito válido nos dias de hoje. Se boa parte dos problemas acontece por ruídos de comunicação é um benefício que as mulheres falem tanto.
             E temos que pensar também que esse é um comportamento ancestral: as mulheres tiveram que aprender a se unir para conversar já que os homens iam para a guerra. Hoje, todos nós vamos para a “guerra”, mas o comportamento não vai mudar. Faz parte do DNA feminino.
                Ainda bem!




p.s: ah, nem te conto!! Sabe o que as mulheres conversam quando vão ao toilet juntas? Desculpa, mas só conto no toilet.







p.s: agradeço as minhas amigas que deram sua opinião sobre nós mesmos e me ajudaram a criar esse texto. Elas são tudo de bom!!!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Oficina Comunicação e Comportamento

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Revolucione-se!

          O mundo te parece um pouco diferente daquilo que foi contado para você ?
          Tudo realmente está mudando!
        O que foi pregado nas organizações, multinacionais, durante décadas não parece mais fazer o menor sentido.  Inclusive a maneira como lidamos com o trabalho.
       E isso modificou também a forma como nos comunicamos. O será o contrário? O vídeo abaixo foi criado pela agência Box 1824 e mostra a percepção das gerações em relação  ao trabalho e, claro,  como isso afeta nossa comunicação. O vídeo é grande, mas revelador. Vale a pena ir até o final!




             O que isso tem a ver com a sua empresa, com o seu negócio ou a sua portinha? Tudo! Como trabalhamos, nos relacionamos e nos comunicamos no nosso dia-a-dia, vão dizer muito da sua imagem e da sua marca. Por isso, fui conversar com a especialista em Branding, Viviane Camargo, sócia-diretora da Aurora Branding de Curitiba. Fiz um bate papo com ela e veja o que ela disse sobre comunicação + branding.

- Esse vídeo mostra que as pessoas mudaram a sua maneira de enxergar o trabalho e as suas relações pessoais. Isso significa que a comunicação também mudou. De que maneira?
A maior mudança é a atitude das marcas com relação aos seus consumidores. Quando analisamos o conteúdo desse vídeo, concluímos que esse novo consumidor só se relaciona com marcas que realmente conversam com ele. Ou seja, a atitude passiva da comunicação do mundo analógico, onde as marcas falavam na mídia de massa e o consumidor absorvia seu conteúdo, deve hoje se transformar para um trabalho colaborativo /co-criativo, onde o consumidor exige estar no controle, onde ele quer criar junto, dividir suas experiências e anseios. E esse novo comportamento impacta muito na forma como a gente se comunica. Tudo é baseado num relacionamento - e não existe relacionamento onde um fala e outro só ouve. Uma relação de verdade pressupõe falar e ouvir e, a partir daí, aprimorar e melhorar sempre. 

- Como a comunicação pode afetar o Branding de uma empresa? Explica um pouquinho para a gente o que é o Branding.
Branding é o trabalho de construção e gestão de marcas. Leia-se "marca" como todas as manifestações de determinado negócio.
Por exemplo: a comunicação é uma manifestação da marca, então ela compõe o trabalho de branding de uma empresa. A mesma coisa para várias outras manifestações: desde o produto ou serviço que a empresa oferece até o ambiente da loja, os uniformes da equipe de vendas, o pós-vendas, etc.
O branding trabalha para que todos esses pontos de contato da marca (=empresa) estejam alinhados (todos devem manifestar a mesma marca, o mesmo negócio, a mesma empresa) para que o consumidor construa sua impressão e relação com ela da forma mais correta possível.  

- A comunicação das marcas também tem evoluído. Elas parecem menos competitivas e mais “corretas” ao tentar conquistar o cliente. Isso parece uma tendência de comportamento das pessoas se compararmos, por exemplo, as gerações X e Y.
Sem dúvida! Num mundo absolutamente sem fronteiras como temos hoje, e mais acentuado quando falamos de geração Y, as empresas precisam se posicionar com relação ao seu real propósito: para que vieram ao mundo e qual sua contribuição para ele. Esse novo consumidor exige essa postura e, quando vê que é apenas um discurso, reage e coloca a verdade à tona com clareza.
Muitas empresas ainda não se deram conta do poder dessa geração que é muito mais "politicamente correta" e engajada que as anteriores e que tem em suas relações, principalmente com as redes sociais, sua maior manifestação de força.

- O vídeo também mostra que a comunicação é mais fácil hoje em dia do que há 10 anos. No que isso facilita o fortalecimento das marcas?
Acredito que o processo de co-criação, onde o consumidor "cria" e desenvolve os produtos, serviços e até a comunicação junto com as empresas facilitam bastante o processo de comunicação. Hoje é muito mais relevante uma marca estar aberta a ouvir e a repensar seu modo de agir e de falar (comunicação) do que há alguns anos, quando o consumidor era distante e os gestores precisavam praticamente adivinhar o que o consumidor queria ou ainda optavam por seguir o que o seu concorrente fazia. Por outro lado, esse perfil exige uma postura realmente aberta por parte da empresa, acredito que aí é que está a maior dificuldade. Muitos gestores ainda não querem ouvir seus consumidores de forma verdadeira pois não estão abertos a grandes transformações.

- Agora vamos falar especificamente da geração Y. Muitos profissionais reclamam que eles são acessíveis, mas não se fixam a marcas, idéias. Como as marcas devem se comunicar com esse grupo para poder vender seu produto? 
Precisam ser relevantes. Ou seja, precisam pensar, agir e se comunicar de acordo com os anseios dessa. Cada vez mais as grandes marcas focam na vida desse target, nas suas alegrias e angústias, nas suas perspectivas de futuro, nas suas relações sociais do que efetivamente no produto que desenvolvem. No nosso trabalho costumamos sempre dizer para nossos clientes que, depois que conseguimos iniciar essa relação verdadeira e relevante com seus consumidores, os colocando como direcionadores de nossas estratégias; sabemos a direção que a empresa deve tomar. E não o inverso, onde o consumidor se fideliza com o que a empresa quer vender. Essa postura não existe com a geração Y.

- Já dizia Chacrinha que quem não se comunica, se trumbica. Como isso se aplica às empresas e às marcas?
Chacrinha estava certíssimo, principalmente porque ele falava sobre relacionamento, e não sobre comunicação, mídia, etc. As estratégias de comunicação estão cada vez mais focadas no individual (one-to-one), mesmo para grandes marcas que têm objetivos de massa. Hoje é muito mais importante e relevante a empresa se RELACIONAR com seus consumidores de forma mais próxima e aberta do que FALAR com eles de forma massificada. Comunicação é cada dia mais relacionamento, diálogo, participação, colaboração.

É isso aí, gente! 

Gostaria de agradecer a participação de Viviane nesse site. Foi muito bacana esse bate bapo. Ela trouxe dicas importantes para a gente tentar "conversar" melhor com o nosso público e conquistar o cliente, independentemente de qual geração ele for. Ficou interessado pelo trabalho da Viviane? Informações sobre ela e a Aurora estão abaixo:



Formada em Publicidade e Propaganda pela PUC-PR e pós-graduada em Planejamento de Marketing pela ESPM-SP. Com 20 anos de experiência, atuou como diretora de contas e diretora de atendimento de importantes agências de comunicação como DM9DDB, McCann-Erickson e JWT. Trabalhou para grandes marcas como HSBC, TAM, Honda Motos, Itaú Seguros, L’oréal Paris, Grupo Positivo, entre outras. É sócia-diretora da www.aurorabranding.com.br









http://dnacomunicativo.com.br/produtos/


segunda-feira, 9 de julho de 2012

5 anos que mudaram tudo



Quer saber por que a internet e as Redes Sociais mudaram a maneira como você se comunica?
Clique abaixo:


 


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Qual é o seu estilo?


         Vocês já repararam no estilo das letras que estão ao nosso redor? Elas estão em todos os cantos: nos livros que lemos, assim como nas revistas; no luminoso da padaria; no catálogo da Avon; no painel de um prédio. E cada letra tem um jeito peculiar de ser escrito! A dona da frutaria, por exemplo, não gostaria que o tipo de letra usado na fachada da sua pequena empresa fosse o mesmo da cabeleireira vizinha.  Assim como os diretores do HSBC não gostariam que o Banco Santander usasse os mesmos tipos de letras que eles.
         As letras dão uma identidade visual a um produto. Por isso, em geral, as empresas recorrem à tipografia, que é o processo de criação de um tipo de “letra” para dar forma à escrita ou a um texto. Alguns desses tipos marcaram época ou mudaram todo um conceito editorial que é seguido até hoje. É o exemplo da Revista The New Yorker, que tem o tipo de letra associado à elegância:




         Algumas empresas foram tão autênticas que criaram um tipo de letra exclusivo para eles, como alguns jornais espalhados pelo mundo.







         






         Outras empresas ficaram conhecidas por sua tipografia. E não arriscaram trocar suas letras originais, tamanha a identificação do público.








         E já repararam no estilo das letras dos filmes? Algumas conseguem traduzir exatamente a ideia do roteiro.









         As letras próprias também são muito usadas pelos canais de televisão. Alguns, ficaram mundialmente famosos pelo desenho de suas siglas.



                                       
           
           É claro que não é toda empresa que pode ou quer ter uma letra própria. Quem aqui nunca usou a fonte Times New Roman para escrever qualquer coisa? Viu, só? Você está usando o estilo criado por alguém. É como usar uma roupa de um estilista, só que em vez de vesti-la, você empresta o estilo para escrever. 
       Para o designer André Feijó da Mango Design (que é também criador deste site), a tipografia serve para transmitir estilo e personalidade à marca através de seu desenho, levando em conta aspectos de legibilidade e "leiturabilidade".
         E aí, já escolheu qual é o seu estilo de letra?